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08 de Setembro de 2010 | 22:07
 

A força de Maria Gadú   

Artista conquista duas importantes indicações ao 11º Grammy Latino, concorrendo com nomes como Jorge Drexler. Maria Bethânia também é indicada pela gravação de 'Tua'

A voz de Maria Gadú começa a extrapolar as fronteiras brasileiras. Artista de maior projeção em 2009, a cantora e compositora conseguiu duas importantes indicações ao 11º Grammy Latino. Anunciada nesta quarta-feira, 8 de setembro, a lista de indicados inclui Gadú em duas categorias bastante significativas: Artista revelação e Melhor álbum de Cantor compositor. Nesta última, Gadú concorre com nomes de peso no mercado da música latina, como Jorge Drexler. A brasileira pode até sair de mãos abanando na cerimônia agendada para 11 de novembro, em Las Vegas, mas essas indicações vão lhe dar projeção num mercado que movimenta milhões e pode significar uma abertura de portas para a indústria da música hispânica.

Maria Bethânia também aparece bem na relação de indicados. O fonograma de "Tua" - música de Adriana Calcanhotto que batizou um dos dois álbuns lançados por Bethânia em 2009 - concorre ao prêmio mais disputado do Grammy Latino: o de Gravação do ano.

Veja os indicados nas categorias mais importantes:

Álbum do Ano:
* Y. - Bebe
* Cardio - Miguel Bosé
* Dejarte de Amar - Camila
* A Son de Guerra - Juan Luis Guerra
* Paraíso Express - Alejandro Sanz

  

Gravação do Ano:
* Tua - Maria Bethânia
* Se me Hizo Fácil - Buika
* Mientes - Camila
* Una Canción me Trajo Hasta Aquí - Jorge Drexler
* Desde Cuándo - Alejandro Sanz
  

Canção do Ano:
* Cuando me Eamoro - Descemer Bueno e Enrique Iglesias
* Desde Cuándo - Alejandro Sanz e Tomás Torres
* Las Calles - Rubén Blades
* Mientes - Mario Domm e Mónica Vélez
* Una Canción me Trajo Hasta Aquí - Jorge Drexler
  

Artista Revelação:
* Alex Cuba
* Estrella
* Maria Gadú
* Jotdog
* Koko

  

Melhor Álbum de Jazz:
* L-O-V-E - Issac Delgado
* Sambolero - João Donato Trio
* Off and on: The Music of Moacir Santos - Mark Levine and The Latin Tinge
* Psychedelic Blues - Poncho Sánchez
* Cuban Dreams - Chuchito Valdés
* Esta Plena - Miguel Zenón

  

Melhor Álbum Instrumental:
* Luz da Aurora - Yamandu Costa & Hamilton de Holanda
* O tempo e a Música - Arthur Maia
* Afrobossanova - Paulo Moura e Armandinho
* A Time for Love - Arturo Sandoval
* Latin American Chillout - Soto 75

 

Melhor Álbum de Cantor Compositor:
* Cantares del Subdesarrollo - Rubén Blades
* Cruce de Caminos - Santiago Cruz
* Amar la Trama - Jorge Drexler

* Maria Gadú - Maria Gadú
* Segunda Cita - Silvio Rodriguez




 
 
07 de Setembro de 2010 | 18:02
 

O novo 'single' de Rihanna   

Cantora lança hoje 'Only girl (in the world)', primeira faixa promocional de seu quinto álbum de estúdio, 'Loud', nas lojas em novembro

Consciente de que seu último álbum, Rated R (2009), não reeditou o êxito do antecessor, Good girl gone bad (2007), blockbuster que rendeu hits mundiais como "Umbrella", Rihanna surpreendeu o universo pop ao anunciar um novo álbum, Loud, para novembro. O primeiro single, "Only girl (in the world)", está sendo lançado nesta terça-feira. Trata-se de música mais dançante e mais leve que sinaliza que Rihanna abandonou os tons sombrios que pautaram Rated R, disco gravado sob efeito das mágoas pela surra que levou de seu ex-namorado Chris Brown em fevereiro do ano passado.




 
 
07 de Setembro de 2010 | 17:48
 

A capa 'vintage' do Skank   

Registro ao vivo do show feito pelo grupo no Mineirão estampa foto antiga do famoso estádio de Belo Horizonte. Veja a imagem de 1965

Empresário do Skank, Fernando Furtado suou para localizar o autor e/ou herdeiro da foto vintage que estampa a capa do cd/DVD/blu-ray Skank no Mineirão - Multishow ao vivo. Mas valeu a pena insistir. A capa - veja a imagem abaixo - está entre as melhores da discografia do quarteto mineiro. Trata-se de foto clicada por Paulo de Albuquerque em 5 de setembro de 1965 - há 45 anos, portanto - na data de inauguração do mais famoso estádio de Belo Horizonte. A foto pertencia ao acervo de Câncio de Oliveira.




 
 
06 de Setembro de 2010 | 10:36
 

A festa de Ivete em NY   

Cantora grava show no Madison Square Garden. Roteiro inclui sucessos de Michael Jackson e Commodores entre inéditas e hits da folia baiana

Ivete Sangalo deu na noite de sábado, 4 de setembro, o salto mais alto de seus 17 anos de carreira fonográfica: a gravação de um show no Madison Square Garden, um dos palcos mais nobres de Nova York. A estrela baiana fez seu Carnaval nos Estados Unidos com direito a duetos com a canadense Nelly Furtado (em "Where it begins", primeira parceria das artistas), com o argentino Diego Torres (numa versão português-castelhano da balada "Agora eu já sei", hit de Ivete no ano passado), com o colombiano Juanes (na inédita "Dar-te) e com o brasileiro Seu Jorge (na também inédita "Pensando em nós dois"). Com cinco figurinos, a cantora gravou 35 músicas em 24 números para CD, DVD e blu-ray que chegam às lojas em dezembro. As surpresas do repertório foram os covers de sucessos de Michael Jackson ("Human nature") e do grupo The Commodores ("Easy"), feitos entre inéditas como "Aceleraê" e hits da folia baiana.

Eis o roteiro de Ivete Sangalo no Madison Square Garden - Multishow ao vivo:

1. Brasileiro

2. Aceleraê

3. Cadê Dalila?

4. Flores

5. Desejo de Amar

6. Arerê / País Tropical / Pererê

7. Dar-te - com Juanes

8. Pra Falar de Você

9. Balakbak

10. A Galera / Chorando se Foi / Céu da Boca

11. Rebolation

12. Human Nature

13. Pensando em Nós Dois - com Seu Jorge

14. Me Abraça / Eternamente / Tá Tudo Bem / Pegue Aí

15. Where It Begins - com Nelly Furtado

16. Eva / Alô Paixão / Beleza Rara

17. Meu Maior Presente

18. Easy

19. Agora Eu Já Sei - com Diego Torres

20. Meu Segredo

21. Berimbau Metalizado

22. Qui Belê

23. Festa / Sorte Grande / Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)

24. Na Base do Beijo




 
 
04 de Setembro de 2010 | 17:51
 

Clash por Bruce   

Uma das principais vozes da classe trabalhadora dos EUA, Sprinsteen revive hino do grupo punk inglês no ótimo DVD duplo 'London calling'

Nos anos 70, Bruce Springsteen conseguiu seu lugar ao sol no mundo da música como uma espécie de porta-voz informal da classe trabalhadora dos Estados Unidos, cujos anseios e frustrações o Boss sempre abordou em sua música. Naqueles anos, a semente punk já havia se espalhado na Inglaterra e, do outro lado da terra, o grupo punk The Clash levantava a voz contra a opressão da classe operária inglesa pelo poder real britânico. De seu repertório, brotou um dos hinos que mais bem traduzem a ideologia daquela época conturbada, "London calling", música-título de emblemático álbum do Clash. Trinta e poucos anos depois, London calling vai parar na voz de Bruce. O hino do Clash batiza o DVD duplo que acaba de sair no Brasil, via Sony Music, com o registro integral do show feito pelo artista em 28 de junho de 2009 no festival Hard rock calling, em Londres. Ao lado da fiel E-Street Band, o cantor transita também pelos repertórios do cantor jamaicano de reggae Jimmy Cliff ("Trapped"), de Eddie Floyd ("Raise your Hand") e do grupo The Young Rascals ("Good Lovin' "), além de rebobinar os principais clássicos de seu cancioneiro.




 
 
03 de Setembro de 2010 | 10:39
 

Palavra encantada   

Bethânia costura música e poesia em recital de leituras que leva ouvinte a uma viagem interior

Dona do dom, como já sintetizou Chico César em versos lapidares da música homônima de 2001, Maria Bethânia sempre teve intimidade com as palavras, às quais foi apresentada na escola, ainda menina, pelo professor Nestor de Oliveira, mestre de sua cidade natal de Santo Amaro da Purificação, no interior da Bahia. Pelo dom naturalmente teatral, a declamação de poemas se tornou marca registrada dos espetáculos da intérprete. Quarenta e cinco anos depois de ter sido projetada nacionalmente ao substituir Nara Leão (1942 - 1989) no espetáculo Opinião, em fevereiro de 1965, a artista inverte a equação música + poesia em seu recital Bethânia e as palavras, em cartaz no Rio de Janeiro (no Teatro Fashion Mall, de sexta-feira a domingo, até 12 de setembro). A poesia agora é a senhora da cena, costurada por breves intervenções musicais, feitas com o auxílio do violão de Luiz Brasil e da percussão minimalista de Carlos César.

Lidas ou cantadas, as palavras ganham força na voz de Bethânia. Em pouco mais de uma hora, ela alinha quase 70 textos, lendo versos de poetas como Fernando Pessoa (de quem tem sido a principal propagadora no Brasil), Manuel Bandeira, Vinicius de Moraes, Cacaso, Ascenso Ferreira e Paulo Leminsky. As músicas - "Romaria", "ABC do sertão", "Último pau de arara", "Estranha forma de vida", "Cálix bento", "Genipapo absoluto" - entram em trechos, em breves intervenções que sublinham e ampliam o sentido das poesias lidas em cena.

É tudo muito simples, mas, ao mesmo tempo, grandioso. Na voz da intérprete, as palavras ganham vida e vão originando toda uma gama de sentimentos que proporcionam viagem ao mundo interior de cada espectador. Bethânia fala do sertão nordestino, passeia pelo universo português e cai no suingue de Santo Amaro, a sua aldeia, de onde ela começou a recolher emoções e sentimentos que hoje espalha pelo mundo através de seu canto. Seu novo espetáculo - desenvolvido em 2009 a partir de um convite da Universidade Federal de Minas Gerais - mostra o quanto as palavras podem ser encantadas quando ditas na hora e no tom certos.




 
 
02 de Setembro de 2010 | 17:43
 

Inéditas de Lennon   

Projeto 'Gimme some truth', que vai festejar em outubro os 70 anos do ex-Beatle, revela 13 gravações caseiras nunca lançadas em disco

Os 70 anos que John Lennon (1940 - 1980) completaria em 4 de outubro motivaram uma remexida no baú do ex-Beatle. Como já noticiado, na data do aniversário de Lennon, a EMI Music vai pôr nas lojas reedições de seus oito álbuns pós-Beatles, uma coletânea Power to the people e uma caixa The John Lennon Signature Box. Tudo dentro de um projeto intitulado Gimme some truth. A novidade é que a caixa embala em um CD, Home tapes, revelar 13 inéditas gravações caseiras de Lennon. A saber:

1. Mother
2. Love
3. God
4. I Found Out
5. Nobody Told Me
6. Honey Don't
7. One of The Boys
8. India, India
9. Serve Yourself
10. Isolation
11. Remember
12. Beautiful Boy (Darling Boy)
13. I Don't Wanna Be a Soldier, Mama, I Don’t Wanna Die

O material inclui também raras versões ao vivo e ensaios escritos pelo artista. Detentora dos direitos de edição do catálogo de Lennon, a gravadora EMI Music revelou esta semana as capas das reedições. Confira:

 




 
 
01 de Setembro de 2010 | 19:03
 

A festa de Sandra de Sá   

Cantora vai gravar DVD em show ao ar livre no Rio de Janeiro. Alcione, Caetano Veloso e Maria Gadú estão no elenco de artistas convidados

Sandra de Sá está em festa. Ao longo de 2010, a cantora está comemorando seus 30 anos de carreira. A festa começou em fevereiro com o lançamento de um disco de inéditas, Africanatividade - Cheiro de Brasil, e vai prosseguir este mês com a gravação de um DVD, o segundo da artista. O registro ao vivo vai ser feito em show ao ar livre, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro (RJ). O time de convidados inclui Caetano Veloso, Alcione, Elba Ramalho, MC Marcinho e a onipresente Maria Gadú, além de ritmistas das escolas de samba Mangueira e Caprichosos de Pilares (do bairro de Pilares, onde Sandra nasceu e foi criada). A gravação vai gerar também um especial de TV a ser transmitido, em data ainda incerta, pelo Canal Brasil.




 
 
31 de Agosto de 2010 | 18:13
 

Djavan leve e solto   

Em seu primeiro disco de intérprete, 'Ária', cantor corre saudáveis riscos ao dar tom inusitado a músicas de Cartola, Edu Lobo, Tom Jobim, Luiz Gonzaga e Gilberto Gil

Assim como Milton Nascimento, Djavan tem uma marca tão forte como compositor que o público às vezes se esquece de que ele é também um grande cantor. O próprio artista se entrega tanto à arte da composição que nem sempre exercita o canto em músicas alheias. Por isso mesmo, Ária - primeiro disco de Djavan como intérprete em 36 anos de carreira fonográfica - é título surpreendente na discografia deste alagoano que, em sua terra natal, cantava Beatles numa banda chamada LSD. E que, ao migrar para o Rio, nos anos 70, atuou como crooner das boates cariocas entre 1974 e 1978, ano em que a gravação de "Álibi" por Maria Bethânia lhe deu a independência artística que seria sedimentada, no ano seguinte, com a gravação e o sucesso da balada "Meu bem querer". Pois Ária é como uma volta ao começo. Um retorno de Djavan aos tempos de crooner. Mas, como já disse Lulu Santos, nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. E o fato é que Ária flagra um Djavan livre, leve e solto na abordagem de músicas de compositores como Cartola, Tom Jobim, Edu Lobo, Gilberto Gil e Chico Buarque, entre outros. Um Djavan maduro e ousado.

Lançado neste mês de agosto numa parceria da gravadora Biscoito Fino com o selo do cantor, Luanda Records, Ária é um disco em que Djavan sai da zona de conforto e corre saudáveis riscos ao interpretar, por exemplo, "Valsa brasileira" (Edu Lobo e Chico Buarque) sem carregar nas cores da dramaticidade. Os tons de Ária - disco de instrumental enxuto, calcado na voz e no violão de Djavan - são mais suaves e criativos. O samba "Brigas nunca mais", pérola da dupla Tom & Vinicius, vira uma valsa em sua parte inicial. "Treze de dezembro", tema de Luiz Gonzaga com Zé Dantas, é solado com vocalises, sem letra. "Disfarça e chora", samba de Cartola e Dalmo Castello, é enquadrado em outra moldura harmônica. Como um cantor inventivo, Djavan - visto acima numa foto de Christian Gaul - canta o standard sinatriano "Fly me to the moon" com suavidade, com sua voz voando sobre a melodia. Enfim, Ária é disco de um crooner calejado e diplomado na noite. Mesmo quando decepciona, como na releitura banal de "Palco" (Gilberto Gil), Djavan se revela vivaz e criativo. Aos 61 anos, o cantor exala ar juvenil em Ária.

Nesta quarta, 01 de setembro, o SaraivaConteúdo  faz uma entrevista exclusiva com o músico, que você assiste em breve no site.





 
 
30 de Agosto de 2010 | 18:39
 

Rita Lee lança clipe e estreia show   

Veja o vídeo de 'Ti ti ti', música do roteiro do novo espetáculo da roqueira, 'Etc.'

Rita Lee está lançando em seu site oficial o clipe de "Ti ti ti". Todo o marketing da cantora está centrado, por ora, na regravação dessa música que a própria Rita lançou no álbum Saúde em 1981 - sem grande repercussão - e que regravou este ano para ser o tema de abertura do remake da novela Ti ti ti (em exibição na TV Globo às 19h). "Ti ti ti", a música, foi o tema de abertura da versão original da trama, apresentada em 1985, mas no registro do efêmero grupo Metrô. O clipe ora lançado foi feito em casa e dirigido por Roberto de Carvalho, parceiro de Rita na composição e autor das imagens do vídeo, editadas por Daniel Todeschi.

"Ti ti ti" integra, claro, o roteiro do novo show de Rita, Etc., que estreou em SP e chega ao Rio de Janeiro em 18 de setembro.

> Assista ao clipe de Ti-ti-ti da cantora Rita Lee




 
 

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