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31 de Outubro de 2009 | 16:13
 

Victor & Leo ao vivo e em cores   

Gravadora Sony Music põe nas lojas, a partir de 3 de novembro, o novo disco ao vivo da dupla sertaneja mais popular da atualidade

Victor & Leo formam hoje a dupla mais popular do segmento sertanejo, ocupando um espaço que foi de Chitãozinho & Xororó nos anos 80, de Zezé Di Camargo & Luciano na década de 90 e de Bruno & Marrone até meados dos anos 2000. Daí a alta expectativa da gravadora Sony Music com o resultado comercial do lançamento de Ao Vivo e em Cores, novo registro ao vivo de show da dupla. O CD vai estar nas lojas a partir da próxima terça-feira, 3 de novembro. Na sequência, a companhia edita o DVD correspondente. Um forte esquema promocional cerca a edição de Ao Vivo e em Cores, trabalho captado em megashow feito por Victor & Leo em São Paulo. No roteiro, sucessos como Nada Normal, Borboletas e Deus e Eu no Sertão. Além de Estrela Cadente, música que puxa o lançamento. Pode apostar: vai liderar as paradas natalinas.

Eis a capa do disco:

 




 
 
30 de Outubro de 2009 | 21:13
 

O último canto de Mercedes Sosa   

Sony Music lança no Brasil o derradeiro disco da intérprete argentina, morta este mês. 'Cantora' inclui duetos com Caetano Veloso e Daniela Mercury

O Mundo - em especial, a América Latina - sentiu com pesar a perda de Mercedes Sosa, voz engajada que se calou no último dia 4 de outubro, aos 74 anos, na sua Argentina natal. Foi-se a mulher, mas ficou a obra repleta de significados políticos. Obra cujo último título, Cantora, tem edição no Brasil programada pela gravadora Sony Music para novembro. Projeto de duetos, o CD é duplo e foi lançado no exterior em dois volumes vendidos separadamente. Já a edição nacional é dupla, mas faz uma seleção dos dois discos. Em contrapartida, vem com um DVD que exibe imagens dos encontros de Mercedes no estúdio com artistas de várias partes do mundo. Caetano Veloso (com a intérprete na foto acima clicada no estúdio por Fabián Maltus, filho da cantora) representa o Brasil ao lado de Daniela Mercury. Caetano revive com Mercedes sua canção Coração Vagabundo, de 1967. Já Daniela une sua voz com a de Sosa em O Que Será, o tema lançado por Chico Buarque em 1976.




 
 
29 de Outubro de 2009 | 20:54
 

Caetano avaliza Pedro Miranda   

Compositor assina o entusiasmado texto que apresenta 'Pimenteira', segundo disco solo do cantor carioca, projetado no Grupo Semente

Três anos depois de arrancar aplausos da crítica com seu primeiro CD solo, Coisa com Coisa (2006), o cantor carioca Pedro Miranda - projetado no Semente, o grupo que toca com Teresa Cristina em discos e shows - lança seu segundo álbum individual. Pimenteira chega ao mercado esta semana com aval de ninguém menos do que Caetano Veloso. É do compositor baiano o texto que apresenta o CD aos formadores de opinião - release, no jargão jornalístico.

Eis as palavras entusiasmadas de Caetano sobre Pimenteira:

"Uma coleção de obras-primas"

Caetano Veloso

 "Há muito tempo não ouço um disco inteiro com tanto entusiasmo no coração quanto esse 'Pimenteira'. Acho que ouvi Pedro Miranda pela primeira vez numa faixa do CD de Teresa Cristina – e fiquei maravilhado com a musicalidade, a cultura entranhada, a naturalidade, o frescor. Comuniquei meu entusiasmo a Moreno e ele me disse que conhecia Pedro: logo eu estava com o primeiro CD de Pedro nas mãos. O CD confirmava a muito boa impressão causada pela faixa no disco de Teresa. De modo que, agora, quando ele me entregou uma cópia do seu novo disco, eu já me pus em alta expectativa. Mas não imaginava que estivesse diante de um trabalho de tamanho fôlego. Considero este um disco de grande artista. É um disco fácil de ouvir, maneiro, agradável, porém tem força histórica intensa e convida a reflexões complexas e tão profundas que nem a deliciosa paródia de texto acadêmico que vem no encarte (a respeito da alegoria deliberadamente ingênua de Edu Krieger, “Coluna Social”), poderia satirizar.

Para começar, o estilo despojado do cantor, sem afetação, sem tiques nenhuns, dá conta de toda a possível cultura crítica atual relativa ao canto popular brasileiro. Voz maleável, incrivelmente confortável nas regiões agudas, ele mostra destreza e agilidade sem que se perceba esforço de sua parte. E o fraseado revela reverência e familiaridade com a história do samba. Mas é a escolha do repertório que ilumina as virtudes do seu estilo. Esse repertório (para cuja feitura ele agradece a colaboração de Cristina Buarque e Paulão 7 Cordas) diz tudo sobre o que deve ser dito a respeito do que vem acontecendo com o samba, desde que este se tornou emblema da musicalidade brasileira (“O mito é o nada que é tudo”), passando pelo furacão camuflado que foi a bossa nova, e pela sua recolocação no ambiente que o forjou: a boemia que transita entre certos morros e certas áreas do asfalto carioca. Essa recolocação teve como marco inicial a virada que significou, no meio dos anos 1960, coincidirem as insatisfações de Nara Leão com o surgimento do Zicartola, o início das atividades de compositor de Chico Buarque em São Paulo e o estrelato conjunto de Paulinho da Viola e Clementina de Jesus no Rosa de Ouro. Todos os desdobramentos – de Beth Carvalho ao Art Popular, de Zeca Pagodinho ao Psirico, de Arlindo Cruz a Roberta Sá – estão homenageados nesse álbum coeso, sincero e de grande visão.

O arco de compositores vai de Nelson Cavaquinho a Rubinho Jacobina – e, no entanto, a unidade de visão faz de 'Pimenteira' uma obra autoral de Pedro Miranda. As melodias, em geral com sabor de choro a caminho da gafieira (mas sem deixar de fora nem a chula baiana nem o coco nordestino), sustentam um virtuosismo poético que, por força da perspectiva da escolha do material (e da ordem em que ele vem), sugere um gosto pessoal, a um tempo apurado, exigente e espontâneo, que atravessa todo o disco. Dos versos elegantes de Paulo César Pinheiro para a música rica de Mauricio Carrilho (com ecos de Bororó) ao fascinante jogo embaralhado de imagens atuais no samba de Moyseis Marques, passando pela “Imagem”, de Trambique e Wilson das Neves, e pelo show de bola de Elton Medeiros e Afonso Machado, tudo em 'Pimenteira' transpira grande talento guiado por grande inteligência. O disco fala de tudo o que fala como Nei Lopes fala (na única nota de encarte que não foi escrita por Pedro e Luís Filipe) da série de mulatos que compõem a figura de Compadre Bento: com admiração e intimidade.

Terminei citando muitos dos sambas do disco, mas não é por os achar menos interessantes que não citei alguns: todos são de alta extração, todos fazem o CD soar como uma coleção de obras-primas. O que faz com que esse disco ao mesmo tempo pareça o lançamento de um novo autor e uma antologia de clássicos. Na verdade é o disco que já nasce antológico. A colaboração de Luís Filipe de Lima é decisiva na definição dos arranjos e da sonoridade. Sobre ele (e os demais colaboradores musicais e técnicos) Pedro fala melhor do que eu poderia, nas palavras de agradecimento que escreveu. Quanto a mim, sou mais levado a considerar que a oportunidade foi uma dádiva que Pedro lhes fez.

Eu
sempre sou citado como elogiador fácil de moças jovens bonitas que cantam samba. Nunca as elogiei sem que achasse justo fazê-lo. Dizer aqui que o CD de um marmanjo, que nem tipo gatinho é, é algo muito mais importante do que o que essas ninfas têm, em conjunto, alcançado deve dar uma ideia do quanto considero 'Pimenteira' um evento especial em nossa música. E, de quebra, pode dar mais credibilidade aos elogios que faço às moças".

 

(Caetano Veloso)

Eis a capa de Pimenteira:




 
 
28 de Outubro de 2009 | 12:40
 

Teresa grava com Marisa Monte   

Cantoras fazem dueto em samba inédito de Adriana Calcanhotto, 'Beijo Sem', na gravação do segundo DVD de Teresa, 'Melhor Assim', em show no Rio de Janeiro

Você já imaginou um samba de Adriana Calcanhoto cuja letra falassse de Lapa e orgia, evocando os áureos tempos da malandragem do Rio de Janeiro? Provavelmemte não. Mas ele - o samba - existe, é bonito, se chama Beijo Sem, tem um ar de Velha Guarda, celebra a boemia (mas com a contemporânea verve poética da compositora) e foi apresentado por Teresa Cristina em dueto com ninguém menos do que Marisa Monte em show no qual Teresa gravou seu novo DVD. Vale lembrar que foi Marisa quem, em 2006, lançou no álbum Universo ao meu Redor o primeiro samba de Calcanhotto, Vai Saber

Beijo Sem foi gravado para o segundo DVD de Teresa Cristina e do Grupo Semente, Melhor Assim. O registro ao vivo foi feito em show realizado na noite de ontem, 27 de outubro, no Espaço Tom Jobim.  O registro contou com a adesão do guitarrista Pedro Baby (ao violão). Marisa, além de cantar, tocou cavaquinho. Ao charmar Marisa para o palco, Teresa explicou que, assim que conheceu o samba de Adriana, soube que ele já tinha sua 'musa' e, por isso, convidou Marisa para o dueto.

Além de Marisa, Seu Jorge participou da gravação. Reviveu com Teresa um samba antigo de Arlindo Cruz e Acyr Marques, faixa-título do álbum lançado por Marquinhos Satã em 1989. Eis flagrantes dos dois duetos:




 
 
27 de Outubro de 2009 | 18:42
 

A festa dos Pet Shop Boys   

No embalo da passagem do duo inglês pelo Brasil, a gravadora Som Livre lança a coletânea 'Party', com 16 hits de Neil Tennant e Chris Lowe, incluindo faixas do álbum deste ano

Chega às lojas do Brasil mais uma coletânea dos Pet Shop Boys. Editada pela Som Livre, Party é para fãs de última hora do duo inglês que precisam de um bom cartão-de-visitas para o pop dance feito por Neil Tennant e Chris Lowe com ecos de disco music. A compilação está sendo lançada no rastro do sucesso da (quarta) passagem do duo pelo Brasil. A dupla trouxe para cá a Pandemonioum Tour, que, embora inspirada no último álbum dos Boys, Yes, inclui no roteiro todos os hits do duo. Quase todos, aliás, reunidos em Party, cuja seleção inclui Domino Dancing (1988), Go West (1993), West End Girls (1985), It's a Sin (1987), New York City Boy (1990) e Being Boring (1990), entre outras músicas que resistem bem ao tempo. A diferença é que Party já abrange músicas do recém-lançado Yes, incluindo Love Etc. e King of Rome, faixas deste álbum de 2009.

Eis a capa de Party:




 
 
26 de Outubro de 2009 | 21:04
 

Fábio Jr. em tom sertanejo   

Novo álbum do cantor, 'Romântico', traz regravações de sucessos da música caipira. Mas não esquece 'Alma Gêmea', sucesso da novela reprisada pela Rede Globo

Fábio Jr. fez seu nome como cantor romântico ao longo dos anos 80. Contudo, entre as baladas de seu repertório, eventualmente havia um tema de sotaque ruralista. Volta ao Começo foi um deles e chegou a chamar atenção nos shows do artista. Mas agora Fábio abraça de vez o gênero sertanejo sem perder o tom apaixonado que faz a alegria de seu fiel público feminino. Romântico, o disco que a Sony Music lança esta semana, reúne um punhado de regravações de músicas que fizeram sucesso nas vozes de duplas sertanejas como Tonico & Tinoco (Cabocla Tereza), Zezé Di Camargo & Luciano (É o Amor) e Chitãozinho & Xororó (Fio de Cabelo). Entre hits conhecidos como Telefone Mudo e Rio de Piracicaba, há Alma Gêmea, o sucesso de 1993 que voltou às paradas em 2005 como tema de abertura da novela homônima da Rede Globo, ora reapresentada de tarde na série Vale a Pena Ver de Novo.

Eis a capa do disco Romântico:




 
 
25 de Outubro de 2009 | 21:30
 

O beijo irresistível de Ney   

Disco camerístico do cantor é um dos destaques do ano, pela releitura refinada de músicas díspares como 'Tango pra Tereza', 'Doce de Coco' e 'Nada por mim'

Ney Matogrosso continua firme, aos 68 anos, no posto de um dos maiores cantores do Brasil. Aos que duvidam de que o quase septuagenário intérprete ainda é dono de uma das mais brilhantes vozes nacionais, uma ouvida no novo álbum do artista, Beijo Bandido, dissipa qualquer dúvida. Sob direção musical do arranjador e pianista Leandro Braga, a voz de Ney dá surpreendente unidade a músicas colhidas nos repertórios de nomes aparentemente inconciliáveis na ficha técnica de um disco como Jacob do Bandolim (Doce de Coco, choro-canção letrado por Hermínio Bello de Carvalho) e Herbert Vianna (Nada por mim, balada feita em parceria com Paula Toller). Tango pra Tereza, por exemplo, é uma pérola kitsch pescada no repertório de Ângela Maria nos anos 70 que Ney aborda sem deboche e com dramática seriedade. As Ilhas, tema do argentino Astor Piazzolla letrado pelo poeta Geraldo Carneiro, é um achado descoberto no baú do próprio Ney, que lançou a música num compacto de 1975 que vinha encartado em seu primeiro álbum solo. Já Invento, a música de Vitor Ramil de cuja letra foi extraído o título Beijo Bandido, é uma jóia que tem tudo para projetar o talentoso compositor gaúcho (cultuado no meio indie, mas desconhecido pelo chamado grande público). E, no fim do disco, ainda há uma das baladas mais bonitas e tristes da lavra de Roberto e Erasmo Carlos, A Distância, gravada pelo Rei em seu álbum de 1972. Enfim, trata-se de (mais) um grande disco de Ney. E pode anotar na agenda: o cantor recomeça a turnê do show (a rigor, estreado em 2008 em Santos - SP) por Sampa, em 13 de novembro.




 
 
24 de Outubro de 2009 | 21:28
 

Bethânia em noite de festa no Rio   

Cantora estréia no Canecão show em que canta balada do compositor português Pedro Abrunhosa e músicas de Caetano Veloso inéditas em sua voz, caso de 'Queixa'

Apesar de algumas tensões e inseguranças, corriqueiras em estréias nacionais de show, Maria Bethânia viveu ontem (sexta, 23 de outubro) noite gloriosa na chegada à cena de Amor, Festa, Devoção - o espetáculo dirigido por Bia Lessa e inspirado pelos repertórios dos recém-lançados discos Tua e Encanteria. No roteiro (confira abaixo o set list da estréia), Bethânia canta pela primeira vez duas músicas de Caetano Veloso, Dama do Cassino (lançada por Ney Matogrosso em 1988) e Queixa (gravada pelo próprio Caetano em 1982), além de surpreender o público com inusitada incursão pelo repertório do compositor português Pedro Abrunhosa, de quem escolheu a poética Balada de Gisberta.

Iluminada por Lauro Escorel, premiado diretor de fotografia do cinema brasileiro, a intérprete volta à cena emoldurada por cenário mais clean (assinado pela diretora Bia Lessa), vestida com dois figurinos de Luiz de Freitas e acompanhada por banda renovada e mais enxuta, liderada por seu fiel maestro Jaime Alem. Embora celebrada por sua enfática teatralidade, a cantora experimenta tons mais íntimos em canções como Tua, fornecida por Adriana Calcanhotto. Explode Coração, o hit de 1978, é revivido a capella com grande apelo popular. No segundo ato, Não Identificado (outra de Caetano) é um dos destaques do show e pretexto para Bethânia dizer texto escrito por ela para exaltar sua centenária mãe Dona Canô, a quem o show é dedicado. Ritmicamente, o repertório transita entre o samba de cadência baiana, as músicas de amor e as canções interioranas.

A anunciada presença de música de Milton Nascimento no roteiro não se concretizou. Em contrapartida, Bethânia passeou majestosa pelos repertórios de Lamartine Babo (Serra da Boa Esperança), Dalva de Oliveira (Andorinha e Bandeira Branca) e Herivelto Martins (Bom Dia), reafirmando sua devoção aos artistas da era dourada do rádio brasileiro. Eis o roteiro do show Amor, Festa, Devoção:

1° ato

Santa Bárbara (Roque Ferreira)
Vida (Chico Buarque)
texto Olho de Lince (Waly Salomão)
Feita na Bahia (Roque Ferreira)
Coroa do Mar (Roque Ferreira)
Linha de Caboclo (Paulo César Pinheiro e Pedro Amorim)
Encanteria (Paulo César Pinheiro)
É o Amor Outra Vez (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro)
Tua (Adriana Calcanhotto)
Fonte (Saul Barbosa e Jorge Portugal)
Explode Coração (Gonzaguinha)
Queixa (Caetano Veloso)
Você Perdeu (Márcio Valverde e Nélio Rosa)
Dama do Cassino (Caetano Veloso)
Até o Fim (Cesar Mendes e Arnaldo Antunes)
Drama (Caetano Veloso)
Balada de Gisberta (Pedro Abrunhosa)
 

2° ato
Não Identificado (Caetano Veloso)
texto Mãe Canô (Maria Bethânia)
Estrela (Vander Lee)
Serra da Boa Esperança (Lamartine Babo)
texto Brasil Caboclo (Maria Bethânia)
Doce Viola (Jaime Alem)
Pescaria (Dorival Caymmi)
Saudade Dela (Roberto Mendes e Nizaldo Costa)
Ê Senhora (Vanessa da Mata) / citação: Batatinha Roxa (domínio público)
Mão do Amor (Roque Ferreira)
Saudade (Moska e Chico César)
É o Amor (Zezé Di Camargo) / citação: Vai dar Namoro (Chico Amado e Dedé Badaró)
O Nunca Mais (Roberto Mendes e Capinam)
Bom Dia (Herivelto Martins)
Andorinha (Sylvio Caldas)
Bandeira Branca (Max Nunes e Laércio Alves)
Domingo (Roque Ferreira)
Pronta pra Cantar (Caetano Veloso)
O Que É O Que É (Gonzaguinha)
Encanteria (Paulo César Pinheiro)




 
 
23 de Outubro de 2009 | 20:02
 

Warner lança primeiro pen drive   

Gravadora escolheu o último álbum do grupo O Rappa, '7 Vezes', para testar o novo produto, que oferece músicas, vídeos e wallpapers da banda carioca

Cada vez mais, ações digitais fazem parte do cotidiano e do marketing das grandes gravadoras. A Warner Music, por exemplo, anunciou nesta sexta-feira o lançamento de seu primeiro pen drive com conteúdo musical embarcado. O grupo carioca O Rappa foi escolhido para testar o produto. À venda a partir de 26 de outubro, o pen drive inicial da Warner - que tem quatro gigas de memória - inclui material extraído do último álbum da banda, 7 Vezes, lançado em 2008. O pen drive incorpora cinco músicas do disco (Meu Mundo É o Barro, Hóstia, Meu Santo Tá Cansado e Monstro Invisível), quatro opções de wallpapers e vídeos com imagens da gravação do CD.

E por falar no Rappa, o grupo acaba de ter editada uma nova coletânea, lançada pela gravadora Som Livre na série Perfil. A compilação alinha 17 fonogramas dos álbuns do grupo, com exceção do primeiro, O Rappa, editado em 1994.




 
 
22 de Outubro de 2009 | 18:46
 

Elas cantam Roberto em disco   

Enquanto não sai o DVD, fãs do 'Rei' podem comprar o CD duplo que registra o show estelar apresentado em 6 de maio no Theatro Municipal de São Paulo

O DVD que perpetua 22 dos 25 números do show Elas Cantam Roberto já está em pré-venda no site da Livraria Saraiva e chega às lojas entre o fim de outubro e o início de novembro. Por sua vez, o CD já está nas lojas e vem se insinuando como um dos campeões de vendas do ano. Para quem não acompanha o ciclo de eventos comemorativos dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, o show Elas Cantam Roberto reuniu 20 cantoras no palco do Theatro Municipal de São Paulo, em 26 de maio. O curioso é que, embora se trate de uma gravação ao vivo, algumas cantoras cresceram no disco em relação às performances do show enquanto outras soaram mais sedutoras no palco. A pregação pacifista de Fernanda Abreu em Todos Estão Surdos, por exemplo, não surtiu muito efeito no show, mas, no disco, resulta num dos números mais bem resolvidos. Já o número de Marília Pêra - 120, 150, 200... Km por Hora - foi impactante no palco, mas sua atmosfera teatral se dilui no CD. Já cantoras como Ana Carolina (Força Estranha, música apropriada para seu vozeirão), Nana Caymmi (Não se Esqueça de mim) e Alcione (Sua Estupidez) brilham no disco como brilharam no show.




 
 

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