26 de Junho de 2009 | 19:36
POEMAS INÉDITOS DE ARMANDO FREITAS FILHO 
“Não tenho mais tempo a perder. Tenho muitas coisas para estudar, o que é diferente de ler. 'Lar' é o livro mais importante que já escrevi. Por quê? Porque é um livro onde a veste está mais rasgada"
BOB
Primeiro amor fora da família.
Primeira língua que me lambeu
deliciosamente morna de desejo.
Primeiro beijo de língua, primeiro
amigo, guardião das sete chaves
de todos os segredos: dos mais
sujos ou íntimos da alma de carne
meu meio-irmão de outra raça
ou meu primeiro filho, inconcebível
morto aos quatorze anos.
18 de Fevereiro
Dia do meu adversário.
Invisível, no início, quando
inocente, não se olha para trás
apesar de cada ano crescer
a sombra, à luz de velas
cercada de palmas vivas
que vão mudando de sentido
sub-reptícias, diminuindo o som
uma a uma, perfumando-se, frias
enquanto as chamas relutantes
se firmam e enfrentam o sopro
que perde o fôlego para o fogo.
[Poemas do novo livro de Armando Freitas Filho: 'Lar' (Companhia das Letras)]
>>> Leia entrevista exclusiva com Armando Freitas Filho na Saraiva Conteúdo, AQUI!
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26 de Junho de 2009 | 17:49
DIÁLOGOS CARIOCAS: O RIO EM DIFERENTES FACES 
Encontros vão reunir especialistas e gestores públicos para debater a cidade sob uma ótica humanista, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ
A primeira edição do ciclo Diálogos Cariocas, promovido pelo Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, em parceria com a produtora Paluana, será realizada nos próximos dias 26 e 30/06 e 1 e 3/07 com palestras e debates que prometem colaborar para ampliar o olhar para as questões urbanas da cidade. A mediadora será a jornalista Cláudia Tisato e os encontros contam com patrocínio da Eletrobrás. O evento é gratuito.
Nos debates, haverá também mostra com trechos editados de filmes sobre o Rio de Janeiro, como ‘Orfeu do Carnaval’ (Marcel Camus), Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa (Roberto Farias), O Assalto ao Trem Pagador (Roberto Farias) e Rio 40 Graus (Nelson Pereira dos Santos), sempre contextualizando os temas apresentados e discutidos.
Quatro temas principais serão abordados nos ‘Diálogos Cariocas:
O Rio que se muda’, no dia 26/06, a partir da palestra de Carlos Fernando Andrade, doutor em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e superintendente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).
‘Rio, cidade, lagoa, mar e floresta’, no dia 30/06, contará com a presença de Antonio Carlos Gusmão, mestre em Controle da Poluição Industrial e Saneamento Básico pela UERJ e presidente da Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA).
O tema ‘Medo, violência e liberdade’, no dia 01/07, será abordado por Vera Malaguti, doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e secretária-Geral do Instituto Carioca de Criminologia.
A palestra ‘Rio: favela ou bairro’, em 03/07, terá como convidado Sérgio Magalhães, doutor em Urbanismo FAU/UFRGS e professor de Urbanismo da UFRJ.
Convidados especiais
O evento contará também com Nelson Pereira dos Santos, convidado do dia 03/07, e Janice Caiafa, que participará do debate no dia 01/07.
>>> Confira a programação completa no site Diálogos Cariocas.
Diálogos Cariocas
Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ
Salão Dourado - Campus Praia Vermelha - UFRJ
Av. Pasteur, 250 – Urca - Rio de Janeiro - RJ
Dias: 26 e 30/06 e 01 e 03/07
Horário: 14 às 18h
Inscrições gratuitas:
http://www.dialogoscariocas.com.br/
email: dialogoscariocas@paluana.com
ou pelo telefone: (21) 3507.4629
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26 de Junho de 2009 | 17:30
CASA DE CULTURA MANTÉM PROGRAMAÇÃO DE CINEMA E LITERATURA 
Exibição de filmes e debates com produtores e diretores brasileiros faz parte da programação da Casa de Cultura, uma extensão da FLIP.
CASA DE CULTURA - PROGRAMAÇÃO
QUINTA-FEIRA, 02 DE JULHO
10h30 Manifesto por um Brasil literário
O Instituto C&A, a Casa Azul, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), o Instituto Ecofuturo e o Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF) promovem debate sobre a importância da literatura e sobre políticas de promoção da leitura. O escritor Bartolomeu Campos de Queirós lerá o "Manifesto por um Brasil literário".
13h30 Oficina literária - Poesia
Extensão da homenagem a Manuel Bandeira, a oficina literária tem como tema a poesia e será ministrada pelo tradutor e poeta Paulo Henriques Britto. As aulas são reservadas aos aprovados no processo de seleção realizado em junho.
15h10 Bandeira nas ondas do rádio
Com edição de estréia sobre Manuel Bandeira, o programa de rádio digital Lettera Libris realizará leitura dramatizada de poemas, projeção de vídeos sobre o poeta e a cidade de Recife e gravação de podcasts com críticos e escritores, que comentarão a obra do homenageado da 7a. FLIP.
16h30 Em caso de felicidade: entrevista com David Foenkinos
Descrito pelo jornal Le Monde como “cômico depressivo”, o parisiense David Foenkinos prefere usar o humor para discutir temas sérios. Aos 34 anos, é autor de O potencial erótico de minha mulher (2005) e Em caso de felicidade (2008). Seu último livro, Quem se lembra de David Foenkinos, recebeu o prêmio Jean Giono de 2007.
18h30 Cinema e Filosofia, com Ollivier Pourriol
O escritor francês Ollivier Pourriol, autor de Cinefilô, propõe aos leitores um convite singular: aprender filosofia a partir de filmes pop. Na FLIP, ele expõe a teoria de Spinoza sobre o desejo de eternidade, ilustrada por filmes como Blade Runner (de Ridley Scott), X-Men (de Bryan Singer) eMatrix (de Andy Wachowski), entre outros, e conversa com o público.
SEXTA-FEIRA, 03 DE JULHO
10h30 Acordo Ortográfico em questão
O angolano Ondjaki, autor de Bom dia, camaradas, e o brasileiro Marcelino Freire, autor de Balé ralé, trocam impressões a respeito do Acordo Ortográfico que entrou em vigência este ano e pretende uniformizar a ortografia de oito países falantes do português. Na mediação, o escritor Marcelo Moutinho, organizador do Dicionário amoroso da língua portuguesa.
>>> Leia artigo exclusivo de Marcelino Freire, na Saraiva Conteúdo.
13h30 Oficina Literária
15h30 Indústria do Cinema
Pedro Buarque de Holanda, da Conspiração Filmes, e Rita Buzzar, roteirista e produtora dos longas Olga e Budapeste, discutem a indústria do cinema e as políticas de patrocínio à produção audiovisual. Mediador: Guilherme Fiuza.
17h30 Curta O poeta do Castelo e pré-estréia Só 10% é mentira
O poeta do Castelo (1959, 9 min), de Joaquim Pedro de Andrade, acompanha Manuel Bandeira em uma manhã da década de 1950, no Rio de Janeiro. Bandeira toma café da manhã, datilografa em sua cama e anda pelas ruas do bairro do Castelo. O curta será exibido no início de cada filme da programação. No documentário Só 10% é mentira (2008, 78 min.), o diretor Pedro Cezar faz um registro lírico do poeta Manoel de Barros, com imagens que representam o universo do autor.
>>> Leia entrevista exclusiva com o cineasta Pedro Cezar, na Saraiva Conteúdo.
21h Mesa Cineclube Paraty
FLIP - Casa da Cultura: Cinema fora de ordem Atiq Rahimi (diretor e roteirista de Terra e cinzas, exibido em Cannes), Alekei Abib (co-roteirista de Via Lactea), Maria Camargo (roteirista do programa Por toda minha vida, da TV Globo) e Newton Cannito (roteirista de Quanto vale ou é por quilo, de Sergio Bianchi) discutem a produção de roteiros que recusam fórmulas.
22h Show Francis Hime e Olivia Hime:
Homenagem a Manuel Bandeira “Sim, gosto de ser musicado, traduzido e... fotografado”, afirmou certa vez Manuel Bandeira. Inspirados pela declaração, Olivia Hime e Francis Hime apresentam, na FLIP, um repertório em homenagem ao poeta, com músicas criadas por Tom Jobim, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Dorival Caymmi, Francis Hime, entre outros, a partir de poemas de Manuel Bandeira.
Local: Tenda dos Autores
SÁBADO, 04 DE JULHO
10h30 Profissão: repórter
Nascido na Califórnia, Jon Lee Anderson é um dos principais jornalistas de guerra da atualidade e dedicou grande parte de sua carreira à cobertura de eventos na América do Sul, em Cuba e no Oriente Médio. É autor de livros como Guerrillas: Journeys in the Insurgent World, A queda de Bagdá e Che Guevara: uma biografia, um dos principais perfis biográficos sobre o líder revolucionário.
13h30 Oficina Literária
15h30 O mar e os sertões
No ano do centenário da morte de Euclides da Cunha (1866-1909), o escritor Milton Hatoum, o crítico literário Francisco Foot Hardman e a professora Walnice Nogueira Galvão conversam sobre o autor de Os sertões. Na mediação, o jornalista Daniel Piza, que este ano trilhou o mesmo caminho percorrido por Euclides da Cunha na Amazônia no começo de século XX.
17h30 Intercâmbios literários entre Brasil e França
Anne-Solange Noble, responsável pelos direitos estrangeiros da editora Gallimard, e Françoise Nyssen, diretora editorial da Actes Sud, discutem a presença da literatura brasileira no universo literário francês. Na mediação, Angel Bojadsen, da editora brasileira Estação Liberdade.
19h30 Curta O poeta do Castelo e pré-estréia Todo mundo tem problemas sexuais
O bem-humorado Todo mundo tem problemas sexuais (2008, 80 minutos), de Domingos de Oliveira, conta cinco histórias temáticas: Impotência, Perversão, Sedução, Desejo e Preferências sexuais. Em comum, elas têm os muitos desencontros sexuais dos personagens.
20h30 Concerto Kaleidos
O quinteto de sopros Kaleidos apresenta composições apreciadas por Manuel Bandeira. No repertório, músicas de Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Ari Barroso, entre outros. O concerto integra a programação da FLIP - Casa da Cultura, mas será realizado na Igreja da Matriz.
DOMINGO, 05 DE JULHO
10h30 Curta-metragem O poeta do Castelo e filme Os condenados
Baseado em obra de Oswald de Andrade, Os condenados (1973, 80 min.), de Zelito Viana, se passa na década de 1920, em São Paulo, onde a prostituta Alma D’Alvelos lê para os clientes de um bordel o estranho diário do telegrafista João do Carmo.
13h30 Oficina Literária
15h30 Curta O poeta do Castelo e filme Separações Separações , de Domingos de Oliveira,
Separações (2002, 116 min.), de Domingos de Oliveira, acompanha a crise no casamento de Glorinha e Cabral, um dramaturgo de 50 anos. Cabral propõe a separação, mas tenta reconquistar a mulher quando ela se apaixona por outro homem.
18h Filme ‘De corpo inteiro’
Adaptação do livro homônimo de Clarice Lispector, De corpo inteiro (2008, 66 min.), de Nicole Algranti, encena entrevistas feitas pela escritora para as revistas Fatos & Fotos e Manchete nos anos 60 e 70. Entre as personalidades entrevistadas estão Paulo Autran, Helio Pellegrino, Chico Buarque e Bibi Ferreira.
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26 de Junho de 2009 | 17:03
FLIPZONA MOVIMENTA PROGRAMAÇÃO ENTRE JOVENS 
Depois de sete edições, organização da FLIP criou a FlipZona - um projeto direcionado aos jovens, com o intuito de aproximá-los do universo literário.
A FlipZona será um projeto continuado envolverá toda a rede de ensino de Paraty, como já acontece com a Flipinha.
Haverá oficinas de produção e edição de áudio e vídeo, caracterização teatral, produção de texto, animação, videogame, fotografia, debates com escritores e profissionais cuja produção mantém relações com o universo jovem, exibição de filmes, etc.
PROGRAMAÇÃO FLIPIZONA
QUARTA-FEIRA, 01 DE JULHO
8h Docudrama
Documentário e dramatização
Paulo Maia e Marcos Reis
10h Bate-papo sobre fotografia
Iatã Cannabrava
Giancarlo Mecarelli
12h Projeção de vídeos
Projeto Kabum
13h30 Filme
“Oxalá cresçam pitangas”
Diretor: Ondjaki
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
15h Filme
“Stardust”
Diretor: Matthew Vaughn
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
16h30 Projeção de vídeos
Minidocumentário
Casa Escola
Profas. Clarice Cará, Daniel Firencze e Edson Oliveira
18h Apresentação surpresa
QUINTA-FEIRA, 02 DE JULHO
8h Bate-papo sobre ilustração e tecnologia
Daniel Kondo
Baseado no “Livro surfando na Marquise”, de Paulo Bloise
9h30 Docudrama
Documentário e dramatização
Paulo Maia e Marcos Reis
10h Bate-papo sobre ilustração e poesia
Cyntia Cruttende
Baseado no livro “Sob o sol, sob a lua”
12h Projeção de vídeos
13h30 Filme
“A fantástica fábrica de chocolate”
Diretor: Tim Burton
15h Filme
“As aventuras de Tintin”
baseado nas histórias em quadrinhos criadas
pelo autor belga Georges Prosper Remi – conhecido como Hergé
16h30 Bate-papo sobre criação e ilustração
Ana Raquel
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
16h30 Bate-papo sobre criação e ilustração
Ana Raquel
18h Apresentação surpresa
18h30 Sarau Manuel Bandeira
Declamação de poesias
20h Crie Futuros Ibero América: a palavra como ponte
Experimento de criação coletiva para criar futuros desejáveis
Angel Mestres, Transit, Espanha
Ana Tomé Diaz , AECID
Efrain Rodriguez, Cuba
Jaime Collyer, escritor, Chile
Lala Deheinzelin, Brasil
SEXTA-FEIRA, 03 DE JULHO
8h Bate-papo sobre os conflitos na adolescência
Rodrigo Lacerda
Basedo no livro “O fazedor de velhos”
9h30 Docudrama
Documentário e dramatização
Paulo Maia e Marcos Reis
10h Bate-papo sobre o quadrinho e a literatura
Fabio Moon e Gabriel Bá
12h Projeção de vídeos
Projeto Kabum
13h30 Filme
“Crepúsculo”
Diretora: Catherine Hardwicke
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
15h Filme
“Vermelho como o céu”
Diretor: Cristiano Bortone
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
16h30 Projeção animação
Produção de alunos de Paraty sobre a obra de Machado de Assis
18h Apresentação surpresa
18h30 Sarau Manuel Bandeira
Declamação de poesias
20h Crie Futuros Ibero América: a palavra como ponte
Experimento de criação coletiva para criar futuros desejáveis
Angel Mestres, Transit, Espanha;
Ana Tomé Diaz , AECID
Efrain Rodriguez, Cuba
Jaime Collyer, escritor, Chile
Lala Deheinzelin, Brasil
SÁBADO, 04 DE JULHO
9h30 Docudrama
Documentário e dramatização
Paulo Maia e Marcos Reis
10h Bate-papo sobre mídias e comunicação
Marcelo Tas
12h Projeção de vídeos
13h30 Filme
“A princesa Mononoke”
Diretor: Hayao Miyazaki
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
15h Filme
“Oliver Twist”
Diretor: Roman Polanski
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
16h30 Projeção de vídeos
18h Apresentação surpresa
18h30 Projeção animação
Produção de alunos de Paraty sobre a obra de Machado de Assis
19h Bate-papo sobre expedições
Paula Saldanha e Roberto Werneck
DOMINGO, 05 DE JULHO
10h Filme
“Ratatouille”
Diretores: Brad Bird e Jan Pinkava
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
13h30 Filme
“Duelo de titãs”
Diretor: Boaz Yakin
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
15h Filme
“Encantadora de baleias”
Diretor: Niki Caro
Cineclube Paraty
De 11 a 14 anos
>>> Saiba mais sobre a FLIPZONA, AQUI!
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25 de Junho de 2009 | 11:21
FLIPINHA AGITA A GAROTADA EM PARATY 
O programa educativo da FLIP acontece de janeiro a dezembro com ações que envolvem alunos e professores da rede escolar pública e privada.
FLIPINHA O ANO TODO
Ciclo de Literatura: Seminários sobre o autor homenageado do ano para os professores da rede pública e privada de ensino de Paraty.
Oficina de Ilustrações: Oficina para a comunidade caiçara sob a coordenação do ilustrador Roger Mello. Os desenhos produzidos são utilizados no material gráfico da Flipinha.
Mediadores de Leitura: Jovens que passam por uma capacitação em literatura, teatro e música proporcionam as crianças uma prática de leitura eficiente e prazerosa.
Ciranda dos Autores: Encontros dos alunos com escritores e ilustradores. Desde 2004 foram recebidos mais de 60 autores.
Flipinha no Mar: Atividades ligadas à literatura e ao patrimônio cultural no local, com o intuito de dar acesso à cultura e à literatura às comunidades mais distantes de Paraty.

TENDA DE FLIPINHA
A Tenda da Flipinha, montada durante a Flip, tornou-se o ponto de encontro das atividades realizadas ao longo do ano.
Pés-de-livros: Das árvores da Praça da Matriz pendem barbantes com livros, aonde cerca de 70 mediadores de leitura convidam o público à
Arte na Praça: Mais de 30 oficinas simultâneas dos saberes e fazeres de Paraty que celebram o patrimônio imaterial local.
Ciranda dos Autores: 2009 serão 22 autores, 13 mesas temáticas voltadas ao público infantil
Ciranda dos Bonecos: Oficinas com crianças e jovens para a produção de bonecos de papel machê de personagens da literatura. Os bonecos são instalados na Praça da Matriz durante a FLIP.
AUTORES CONFIRMADOS
Ana Raquel | Anna Claudia Ramos | Anna Lee | Bia Hetzel | Caio Riter | Carlos Heitor Cony | Celso Sisto | Fábio Sombra | Ivan Zigg | Jô Oliveira |Jonas Ribeiro |Júlio Emílio Braz |Luciana Savaget | Márcio Vassallo | Marina Colasanti |Nilma Lacerda |Paula Saldanha|Regina Yolanda | Rosa Amanda Strausz |Rosana Rios |Roseana Murray |Rosinha Campos |Ruth Rocha |Salmo Dansa | Tiago de Melo Andrade
>>> Leia a programação completa, AQUI!
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19 de Junho de 2009 | 17:22
TROCANDO IDÉIAS COM RENATO RUSSO 
O DVD Renato Russo Entrevistas MTV é um precioso registro, principalmente para fãs do Legião Urbana
Por Ramon Mello
Sei que (teoricamente) esse post deveria estar no Blog de Música, mas decidi escrever aqui porque considero Renato Russo um poeta, como Cazuza, Caetano, Chico... A lista é extensa.
Então, com a licença de Mauro Ferreira:
Há poucos dias, assisti o DVD Renato Russo Entrevistas MTV com três longas entrevistas com o líder do Legião Urbana, produzido pelo pesquisador musical e jornalista Marcelo Fróes e lançado pela MTV, em 2006 - data dos dez anos de morte do “Olavo Bilac do rock brasileiro”.

Não custar relembrar que se trata de um registro antológico. Ou seja, mesmo se não souber cantar “Eduardo e Mônica” sem errar a letra, você vai gostar de assitir. Renato era bom de papo, são 142 minutos de conversa sobre música.
“Uma documento único, uma verdadeira aula de história e cultura”, está escrito na contracapa. É verdade, assista e comprove.
Antes, posso contar um pouco sobre essas conversas:
“Passado, Presente e Futuro”, entrevista realizada no apartamento de Renato, em Ipanema, em Maio de 94, é a conversa mais longa. O diretor e roteirista Jorge Espírito Santo, mediador do encontro, leva algum tempo para conduzir o diálogo com Renato, mas é possível conhecer toda a trajetória de Renato Russo, desde quando começou no Aborto Elétrico, em Brasília, até a intensa carreira da Legião Urbana.
"O que é Legião Urbana?" A primeira pergunta de Espírito Santo deixa Renato um pouco sem paciência, mas ele responde:
"É um conjunto musical brasileiro que canta letras em português a partir de uma batida 4X4, e a partir da experiência urbana de ser um jovem brasileiro (...)", em seguida, Renato interrompe a pede para recomeçar a entrevista.
No “MTV no Ar”, gravado pela equipe de jornalismo da MTV no Estúdio Discover, no Rio de Janeiro, dia 30 de maio de 1994, Renato usa o seu primeiro CD solo, The Stonewall Celebration Concert, para conversar sobre direitos humanos e homossexualidade. Segundo o músico e letrista, o álbum foi feito para "exorcizar um amor que era para dar certo e não deu" – referindo-se ao seu namoro com Robert Scott Hickmon, roqueiro que conheceu em Nova York, em novembro de 1989.
“A Entrevista”, encontro mais descontraído, gravado em 26 de Março de 93, aconteceu na sala do apartamento de Renato. Tranqüilo e íntimo, Renato conversa informalmente com o jornalista Zeca Camargo sobre amor, sexo e amizade. E não esconde os problemas com bebidas.
[Trecho de ‘A Entrevista’ disponibilizado no You Tube]
O registro é precioso, principalmente para fãs do Legião Urbana. É emocionante ver Renato comentando suas letras de música e de sua vida pessoal.
'Renato Russo: o Filho da Revolução'
Pegando carona nessas entrevistas, vale indicar a leitura de Renato Russo: o Filho da Revolução (Agir), do jornalista Carlos Marcelo, editor executivo do jornal Correio Braziliense.
O livro faz um recorte na vida do músico, quando ele morava em Brasília, então capital controlada pelos militares. Trata-se um Renato jovem, em fase de formação, que ainda usava o sobrenome de batismo, Mandredini Jr. Há letras e documentos inéditos que revelam aspectos pouco conhecidos da trajetória do artista. Além da pesquisa, o retrato do artista é desenhado através de depoimentos de vários amigos anônimos e alguns famosos como Ney Matogrosso, Dado Villa-Lobos, Millôr Fernandes, Dinho Ouro-Preto, Tony Bellotto e Herbert Vianna.
>>> LEIA MAIS:
O Trovador Solitário (Ediouro), de Arthur Dapieve
Renato Russo de A a Z - As idéias do líder'(Letra Livre), de Simone Assad
Conversações com Renato Russo (Letra Livre/Brasilivros)
Renato Russo & Cazuza - A Poética da Travessia (Malta Editores), de José Roberto da Silveira
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15 de Junho de 2009 | 18:41
TEATRO COMPLETO - CAIO FERNANDO ABREU 
O fato é que os textos de Caio – romances, contos e peças de teatro – são primorosos retratos de sua geração e merecem ser lidos.
Por Ramon Mello
Batizado por Lygia Fagundes Telles de “o escritor da paixão”, Caio Fernando Abreu dedicou sua vida ao jornalismo e à ficção. Antes disso, passou pelo teatro, tendo cursado o CAD (Curso de Arte Dramática da Faculdade de Filosofia) da UFRGS e não concluído, como aconteceu com o curso de Letras.
O fato é que os textos de Caio – romances, contos e peças de teatro – são primorosos retratos de sua geração e merecem ser lidos, relidos e, sempre que possível, levados ao palco. Então, nada melhor do que uma cuidadosa edição do livro Teatro Completo – Caio Fernando Abreu (Agir) para reacender o interesse pela obra teatral de Caio.

"Caio sempre adorou teatro, via tudo, conhecia todo mundo da classe teatral. No entanto, foi mais do que um espectador aficionado: tornou-se um homem de teatro. Embora bissexto, Caio foi ator, conheceu o palco por dentro. E bom ator. A última vez que comprovei esse fato foi quando da leitura que ele fez de sua peça recém-concluída: O homem e a mancha, na casa do ator Carlos Moreno, para quem a escrevera de encomenda. Essa leitura ficou-me na memória como uma deliciosa e tocante performance de comicidade e lirismo. Performance que, fiquei sabendo, repetiu publicamente em duas ocasiões, e com enorme sucesso, quando, já doente, voltara a morar em Porto Alegre."
[Trecho do prefácio assinado pelo diretor Luís Arthur Nunes na primeira edição do livro, publicado pela editora Sulina em 1996]
Na nova edição do livro, encontram-se as seguintes peças de teatro: Sarau das 9 às 11; Diálogos; A Comunidade do Arco Íris; Pode ser que seja só o leiteiro lá fora; Reunião de família (adaptação do romance de Lya Luft); A maldição do Vale Negro; Zona Contaminada; e O homem e a mancha – todos os textos foram revisados, corrigindo erros da edição anterior. Diretores que conviveram intimamente com a obra de Caio foram convocados para avaliação dos textos, entre eles: Luciano Alabarse, Gilberto Gawronski e Suzana Saldanha.
Há também fichas técnicas das montagens de estréia e um caderno de fotos, além da apresentação do ator Marcus Breda e do prefácio do diretor Luís Arthur Nunes, que também prefaciou a primeira edição.
“Este livro é filho de uma peça de teatro. Nasceu do processo de produção de O homem e a mancha, último texto teatral de Caio Fernando Abreu, escrito exatos dois anos antes de seu falecimento. Foi meu primeiro monólogo como ator e minha primeira realização como produtor teatral, numa parceria com o diretor Luís Arthur Nunes. Mas foi, antes de mais nada, nossa modesta homenagem póstuma a um amigo e, sobretudo, um escritor (e dramaturgo) genial.”
[Trecho da apresentação de Marcos Breda na nova edição do livro Teatro Completo – Caio Fernando Abreu, publicado pela editora Agir em 2008]
Antes de falecer, Caio cuidou de toda a sua obra, revisando e reescrevendo textos. É extremamente significativo (e uma bela homenagem) que sua obra dramática receba um tratamento especial dos amigos que acompanharam sua trajetória.
Caio Fernando Abreu merece o melhor, sem dúvidas.
>>> Assista entrevista com o escritor Caio Fernando Abreu no programa Entrelinhas, da TV Cultura:
>>> Assista a trajetória do escritor Caio Fernando Abreu, em reportagem RBS TV:
>>> LEIA MAIS:
- Caio Fernando Abreu - Inventário de um Escritor Irremediável (Seoman), de Jeanne Callegari
- Caio Fernando Abreu – Cartas (Aeroplano) Org. Ítalo Moriconi
- Caio Fernando Abreu - Melhores Contos (Global) Org.Marcelo Secron Bessa
- Caio 3d - O Essencial da Década de 1970 (Ediouro), de Caio Fernando Abreu
- Caio 3d - O Essencial da Década de 1980 (Ediouro), de Caio Fernando Abreu
- Caio 3d - O Essencial da Década de 1990 (Ediouro), de Caio Fernando Abreu
- Cenas de Intolerância - Col. Quero Ler Teatro (Ática), de Caio Fernando Abreu e Carlos Queiroz Telles
- Girassois (Global), de Caio Fernando Abreu
- As Frangas (Globo), de Caio Fernando Abreu
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15 de Junho de 2009 | 17:46
VÍDEO INÉDITO DE CAIO FERNANDO ABREU 
A leitura do texto 'O homem e a mancha' foi realizada no dia 28 de setembro de 1994, em Porto Alegre.
Por Ramon Mello
Em 1994, o ator Carlos Moreno (o eterno Garoto Bombril) foi a São Paulo pedir ao escritor Caio Fernando Abreu para fazer a adaptação teatral do texto Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes.

Depois de vacilar com a proposta, Caio aceitou o convite e escreveu o monólogo O homem e a mancha - exato dois anos antes de seu falecimento. No entanto, Carlos Moreno não gostou do texto, que acabou não encenando na ocasião.
A montagem do último texto teatral de Caio só foi realizada em 1996, em Porto Alegre, com a direção de Luís Arthur Nunes e atuação de Marcos Breda. No ano seguinte, a peça seguiu em temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo. E, em 1998, partiu em turnê nacional.
>>> Assista um trecho da montagem de O homem e a mancha:
Lamentavelmente, Caio não chegou a assistir a montagem do texto que dedicou a Clarice Lispector – a escritora o chamava de Quixote. Mas o próprio Caio fez uma leitura pública do texto a pedido do seu amigo Marcos Breda, que teve a generosidade de disponibilizar o vídeo da leitura na web.
A leitura realizada no dia 28 de setembro de 1994, no teatro da Sala Álvaro Moreira, em Porto Alegre, fazia parte de um evento intitulado “Ciclo Caio Fernando Abreu”. Dividindo o palco com o ator Eduardo Fachel, Caio leu de forma tranqüila e bem-humorado, sentado diante de uma mesa, vestido com uma calça preta e uma camisa branca que ostentava a seguinte frase em inglês: Why to be normal?
Publicado na íntegra no YouTube, o vídeo está dividido em 10 partes:
Na parte 1, Caio fala sobre as motivações que o fizeram escrever o texto, apresenta o ator que interage à leitura dramática e inicia a apresentação. Da parte 2 a 9 é possível acompanhar a leitura e as risadas da platéia, que não se contém diante da ironia do texto e da entonação de Caio. No final, na parte 10, Caio conversa com a platéia sobre o monólogo e sobre a presença do humor em sua obra.
>>> Assista a leitura de O homem e a mancha, por Caio Fernando Abreu:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
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08 de Junho de 2009 | 19:35
RICARDO SILVESTRIN: OFICINA LITERÁRIA ONLINE 
São lidos e comentados pelo orientador textos da produção do oficineiro, enviados conceitos teóricos e de criação literária.
O poeta, compositor, prosador e professor de literatura Ricardo Silvestrin, está orientando, via e-mail, escritores, aspirantes a escritores e apaixonados pela palavra escrita.
É uma oficina pela web. são lidos e comentados pelo orientador textos da produção do oficineiro, enviados conceitos teóricos e de criação literária nos diversos gêneros (poesia, conto, crônica, novela, romance e letra de música), além da análise de exemplos pertinentes de obras de outros autores.
O valor da oficina é de R$ 30,00 pela troca de cada 10 e-mails, 5 do oficineiro e 5 do orientador - podem ser comentados, a cada e-mail, 5 poemas ou dois contos, ou mesmo um capítulo de romance que esteja em desenvolvimento.
Contato: Ricardo Silvestrin
e-mail: ricardo.silvestrin@globo.com tel: (51) 99199770
>>> Ricardo Silvestrin nasceu em Porto Alegre, 1963. É formado em Letras, UFRGS/1985. É colunista do Segundo Caderno do Jornal Zero Hora. Integra o grupo musical os poETs. Saiba mais, aqui!
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08 de Junho de 2009 | 18:59
CONVERSA DE BAR: TATIANA SALEM LEVY 
Na mesa do bar Pangeia, durante o Festival da Mantiqueira, Tatiana contou as mudanças ocorridas desde o resultado do prêmio.
Por Ramon Mello
Em dezembro de 2007, Tatiana Salem Levy estreou com A chave de casa (Record). Tímida, lançando o primeiro romance, Tatiana concedeu sua primeira entrevista no Brasil, bebendo água mineral na mesa de um café no Leblon, no Rio de Janeiro. Passado algum tempo, a escritora foi premiada na primeira edição do Prêmio São Paulo de Literatura, na categoria Melhor Livro de Autor Estreante – 2008.
A narrativa do romance é costurada por ficções e episódios autobiográficos. A narradora, neta de judeus da Turquia e filha de comunistas do Brasil, recebe do avô a chave que abriria a porta da casa de Esmirna, para onde os avós fugiram durante a Inquisição – tal como os pais fugiram para Lisboa por motivos diferentes. Tatiana, na busca das memórias familiares, tem carregado os leitores na sua viagem em busca de si própria. Impossível, não acompanhá-la.
Por que a atração pela memória?
"Porque acredito que viagens e memórias podem dar ‘pano para manga’. A questão da imigração sempre foi muito presente na minha casa. Em algum momento eu achei que tinha que recontar essa história, para poder viver a minha história. Acho que é uma história minha, mas muitas pessoas têm histórias parecidas. E também acredito que há memórias que nascem com a gente. Por exemplo, eu não conheci meus avós.", confidenciou a autora em entrevista ao blog Clickinversos.
Desde então, Tatiana tem viajado muito para falar sobre sua escrita. O que mudou? A timidez da escritora está muito mais branda devido às freqüentes entrevistas e mesas de debates que tem participado. Na mesa do bar Pangeia, em São Francisco Xavier, durante o Festival da Mantiqueira – acompanhada de Flávio Carneiro, Cecilia Giannetti, Tiago Novaes, Wesley Peres e Otávio Júnior –, Tatiana contou as mudanças ocorridas desde o resultado do prêmio.
Você ganhou o Prêmio São Paulo de Literatura com o romance de estréia, A chave de casa. Mas na época do lançamento do livro você recebeu uma crítica negativa no Prosa & Verso. Como tem sido essa mudança?
Tatiana Salem Levy - Em primeiro lugar, é bom falar que antes do prêmio também saíram críticas positivas em outros espaços como no Estadão e na revista Bravo. Ganhei muito mais visibilidade com o prêmio, que foi importante para estimular o trabalho.
O romance será lançado em outros países?
TSL - Sim. Haverá uma publicação na França e na Espanha. E vendi os direitos para o cinema.
Quem é o diretor?
TSL - Toniko Melo, um jovem cineasta da produtora O2.
Quantos exemplares do livro A chave de casa já foram vendidos?
TSL - A última vez que eu soube, estava na faixa de cinco mil exemplares vendidos. Vendi mil livros na época do lançamento e os quatro mil após o prêmio.
O escritor Cristovão Tezza, ganhador de quase todos os prêmios literários do Brasil em 2008, na mesa que reuniu os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura, disse que se ele tivesse 30 anos talvez ficasse deslumbrado com os prêmios. Você tem exatamente 30 anos, ficou deslumbrada com o resultado?
TSL - Fiquei, mas só nos dois primeiros meses. Acho que se eu tivesse 20 anos eu ficaria deslumbrada mais tempo. Depois, tive um momento que eu não queria ver ninguém. Não escrevo para ganhar prêmios ou para aparecer nos jornais. Minha relação com a literatura é muito mais profunda, secreta e silenciosa. Literatura nada tem a ver com mídia. Claro que quero ser lida, todo escritor quer leitores. Mas não quero ter esse compromisso com a mídia.
O que pensou em fazer com o prêmio?
TSL - Em viajar, comprar uma casa no campo. [risos] Adoro viajar.
Você viajou depois da premiação?
TSL - Muito. Mas a trabalho. Só descansei depois que fui para Angra, uma única vez. Quero ficar quieta descansando e escrevendo, sem responder e-mails.
Você era mais tímida.
TSL – Verdade. É que eu me acostumei em falar em público. Está falando isso porque foi a primeira pessoa que me entrevistou... [risos]
E a relação com a crítica e a imprensa?
TSL - Conquistei um espaço maior, o que tem sido muito bom.
Tem conseguido tempo para escrever?
TSL - Agora tento arranjar tempo, mas estou me organizando. Surgiram vários convites para festivais de literatura, palestras, oficinas...
Já pensa em outro livro?
TSL – Sim.
Qual o nome?
TSL - Não vou falar. [risos] Não quero criar mais expectativas. Já falei sobre o assunto e não deu certo.
>>> Tatiana Salem Levy estará na FLIP 2009, no dia 02 de julho, ao lado dos escritores Arnaldo Bloch e Sérgio Rodrigues, na mesa Verdades Inventadas, mediada pela crítica literária Beatriz Resende. Confira a programação completa, aqui!
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