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28 de Agosto de 2009 | 12:30
 

POEMA INÉDITO DE BRUNA BEBER   

A editora Língua Geral prepara o lançamento do novo livro da poeta carioca , Balés









ludíbrio
 
vou enterrar cada parte

junto ao rasto impreciso

dos mínimos sinais

 
e sobre cada indício

construir um cemitério

de notícias

 
qualquer dia apareça

de surpresa

como um soluço. 


>>> A editora Língua Geral prepara o lançamento do novo livro da poeta carioca, Balés

Bruna Beber nasceu em 1984, é carioca, mas vive em São Paulo. Já trabalhou como redatora publicitária, jornalista e tradutora. Também trabalhou com pesquisa, produção e revisão de conteúdo para livros e roteiros para TV. Publicou, em setembro de 2006, seu livro de estréia de poesia, a fila sem fim dos demônios descontentes (Rio de Janeiro: 7Letras, 2006, esgotado). Escreve no mídias virgens & condessa buffet





 
 
26 de Agosto de 2009 | 21:13
 

PRÊMIO JABUTI 2009   

A Câmara Brasileira do Livro divulgou, na quinta-feira, dia 20, a lista dos concorrentes para o prêmio.





Romance

1.º Flores Azuis (Cia. das Letras), de Carola Saavedra

2.º Cordilheira (Cia. das Letras), de Daniel Galera

3.º Órfãos do Eldorado (Cia. das Letras), de Milton Hatoum

4.º Galileia (Objetiva), de Ronaldo Correia de Brito

5.º Satolep (Cosac Naify), de Vitor Ramil

6.º Manual da Paixão Solitária (Cia. das Letras), de Moacyr Scliar

8.º O Livro dos Nomes (Cia. das Letras), de Maria Esther Maciel

10.º Heranças (Rocco), de Silviano Santiago


Contos e Crônicas

1.º Canalha! – Crônicas (Editora Bertrand Brasil), de Fabricio Carpinejar

2.º 101 Crônicas – Ungáua! (Publifolha), de Ruy Castro

3.º Ó Editora (Iluminuras), de Nuno Alvares Pessoa de Almeida Ramos

4.º Rasif (Record), de Marcelino Freire
9.º Cheiro de Terra – Contos Fazendeiros (Scortecci), de Lucília Junqueira de Almeida Prado

10.º Vatapaenses Vasos Comunicantes (Gm Minister), de Sergio de Almeida Brun


Poesia

1.º Dois em Um (Iluminuras), de Alice Ruiz

2.º Chocolate Amargo (Brasiliense), de Renata Pallotini

3.º Antigos e Soltos: Poemas e Prosas da Pasta Rosa (Instituto Moreira Salles Instituto Moreira Salles), de Ana Cristina Cesar

4.º Cinemateca (Cia. das Letras), de Eucanaã Ferraz

5.º A Letra da Ley (Annablume), de Glauco Mattoso

6.º Homem Ao Termo – Poesia Reunida [1949-2005] (Editora da UFMG), de Affonso Ávila

Outros Barulhos (Reynaldo Bessa), de Reynaldo Bessa

7.º Geometria da Paixão (Anome Livros), de Dagmar de Oliveira Braga

8.º Os Corpos e Os Dias (Cultura), de Laura Erber

Réquiem (Contra Capa), de Lêdo Ivo

10.º Uma Hora Por Dia (7letras), de Maria Helena Azevedo

Biografia

2.º O Sol do Brasil (Cia. das Letras), de Lilia Moritz Schwarcz

5.º Caio Prado Júnior (Boitempo), de Editorial Lincoln Secco

6.º Domingos Sodré, Um Sacerdote Africano (Cia. das Letras), de João José Reis

7.º Cruz e Sousa – Dante Negro do Brasil (Pallas), de Uelinton Farias Alves

8.º Cancioneiro Chico Buarque (Jobim Music), de Elianne Canetti Jobim

9.º Traição (Cia. das Letras), de Ronaldo Vainfas


Reportagem

1.º O Olho da Rua: Uma Repórter em Busca da Literatura da Vida Real (Globo), de Eliane Brum

2.º O Sequestro dos Uruguaios – Uma Reportagem dos Tempos da Ditadura (L&PM Editores), de Luiz Cláudio Cunha

3.º O Livro Amarelo do Terminal (Cosac Naify), de Vanessa Barbara

4.º Narrativas de Um Correspondente de Rua (Pós-Escrito – do Instituto Cultural de Jornalistas do Paraná), de Mauri König

5.º Rim Por Rim (Record), de Julio Ludemir

6.º Sem Vestígios (Geração Editorial Ltda), de Tais Morais

8.º Casadas com o Crime (Letras do Brasil), de Josmar Jozino


Tradução

1.º Satíricon (Cosac Naify), de Cláudio Aquati

2.º A Morte de Empédocles / Friedrich Hölderlin (Iluminuras), de Marise Moassaba Curioni

3.º 40 Novelas de Pirandello (Cia. das Letras), de Maurício Santana Dias

4.º Moby Dick (Cosac Naify), de Irene Hirsch e Alexandre Barbosa de Souza

5.º Porta do Sol (Distribuidora Record de Serviços de Imprensa S.A.), de Safa A-C Jubran

6.º Poemata: Poemas em Latim e em Grego (Tessitura), de Erick Ramalho

7.º Os Irmãos Karamázov – 2 Vols. (34), de Paulo Bezerra

8.º Plotino, Enéada Iii. 8 [30]: Sobre a Natureza, A Contemplação e o Uno (Editora da Unicamp), de José Carlos Baracat Júnior

9.º O Diabo Mesquinho (Kalinka), de Moissei Mountian

10.º Contos Completos (Cosac Naify), de Leonardo Fróes

Teoria e Crítica Literária

1.º Monteiro Lobato: Livro a Livro (Editora da Unesp), de Lajolo, Marisa e Ceccantini, João Luís

2.º Pensamento e “Lirismo Puro” na Poesia de Cecília Meireles (Editora da USP), de Leila V. B. Gouvêa

3.º Literatura da Urgência Lima Barreto no Domínio da Loucura (Annablume), de Luciana Hidalgo



6.º Contos de Machado de Assis: Relicários e Raisonnés (Associação Jesuita de Educação e Assistência Social), de Mauro Rosso

7.º Do Teatro: Machado de Assis (Perspectiva), de João Robeto Faria (Org.)

8.º Que Poesia É Essa? Poesia Marginal: Sujeitos Instáveis, Estética Desajustada (Editora da Universidade Federal de Goiás), de Teresa Cabañas


10.º A Gargalhada de Ulisses: A Catarse na Comédia (Perspectiva), de Cleise Furtado Mendes

Infantil


2.º Comilança (DCL), de Fernando Vilela

3.º No Risco do Caracol (Autêntica), de Maria Valéria Rezende e Marlette Menezes

4.º Era Outra Vez Um Gato Xadrez (Record), de Leticia Wierzchowski

5.º Minhas Contas (Cosac Naify), de Luiz Antonio

6.º A História de Biruta (Cia. das Letras), de Alberto Martins

7.º Zoo (Nova Fronteira), de João Guimarães Rosa



10.º Alma de Rio (Cortez), de Ellen Pestili

Juvenil

1.º O Fazedor de Velhos (Cosac Naify), de Rodrigo Lacerda

2.º A Distância das Coisas (Edições SM – Grupo SM), de Flávio Carneiro

3.º Cidade dos Deitados (Cosac Naify), de Heloisa Prieto

4.º Montanha-Russa (Cosac Naify), de Fernando Bonassi


6.º Brincos de Ouro e Sentimentos (Pingentes Biruta), de Luiz Antonio Aguiar

7.º Figurinha Carimbada (Girafinha), de Márcio Araújo



10.º Conversa de Passarinhos (Iluminuras), de Alice Ruiz S / Maria Valéria Vasconcelos Rezende




 
 
26 de Agosto de 2009 | 18:33
 

DISSERTAÇÃO SOBRE CATATAU   

A dissertação de mestrado do dramaturgo Maurício Arruda Mendonça sobre o romance Catatau, de Paulo Leminski, já está disponível no site Domínio Público.

O poeta e dramaturgo Maurício Arruda Mendonça, integrante do Armazém Cia. de Teatro, disponibiliza na web seu trabalho acadêmico sobre o poeta curitibano Paulo Leminski. A dissertação de mestrado de Arruda Mendonça sobre o romance Catatau já está disponível no site Domínio Público

O autor da dissertação analisa “alguns aspectos literários e filosóficos dessa obra verdadeiramente complexa e que comprova que Leminski era um artífice da palavra. Mendonça explica em seu blog pessoal, Epigrafias, que o livro de Leminski “deve ser encarado como um romance filosófico na tradição de Voltaire, LaclosMann, Sartre, Camus, Machado de Assis, Guimarães Rosa”. 

Sobre o título?
                                         

Em 1976, o próprio Leminski explicou o significado do título de seu livro: 

"A palavra catatau tem múltiplos significados e por isso me fascinou. Quer dizer coisa grande e coisa pequena ao mesmo tempo. Quer dizer bicho feio na Bahia, e caipira em Minas. Em Portugal, significa briga e às de espadas. Sua origem é desconhecida. Pode ser tupi, africana. Parece ser ainda uma onomatopéia para coisa que cai".

>>> Conheça os livros de Paulo Leminski, AQUI!




 
 
25 de Agosto de 2009 | 18:39
 

AMOSTRAGEM COMPLEXA, NOVO LIVRO DE SIMONE CAMPOS   

O livro reúne 12 contos que tratam de temas do cotidiano como saudades, memórias, segundas chances, fugas, segredos, transformações, vinganças, ironias, hipocrisias e mudanças – de crença, perspectiva e poder

A escritora carioca Simone Campos lança seu terceiro livro, Amostragem complexa (7Letras). O livro de contos foi contemplado pelo programa Petrobras Cultural e conta com o apoio da Lei Rouanet. 

Simone circula entre fábulas, mangás, Mishima, Borges, arquétipos e tabus, aliando essas peças para formar um painel humano de fortes contrastes. 


                               

>>> Leia trechos dos doze contos de Simone Campos:


Mousmé (conto japonês)

Você lê história e alguns livros e já sabe como fazer tudo certo. Não cair na lábia de canalhas com Anna Karenina, não emprestar nem tomar emprestado com Shakespeare, não ser totalitário com Orwell e assim por diante. Só que iluminismo não adianta se todos correm de volta pro escuro.

Você sabe as coisas sem ter, ao menos uma vez, pensado que sabia. Você não consegue nem começar a pensar em se entregar à doce burrice. Lucidez férrea é puro horror.


Herói

Então. Vou fazer 30 anos. A idade das festas passou. Cansado do apogeu dos egos após a oitava tulipa, de pegar casal recém-formado transando no banheiro, do mal-estar na hora de fechar a conta porque ninguém lembrou de deixar os 10%, esse ano só quero me enfurnar em algum canto bem distante da civilização com todo o conforto que a civilização pode oferecer. E Raquel.


Senhora, Senhorita

Nem tinha lhe passado pela cabeça a possibilidade de não usar porta-seios, mas agora via que podia. Todas estavam à l'aise e seus próprios seios estavam se portando sozinhos. De novo.

Desceu a escadaria do metrô sorrindo. Passinhos que só lépidos; água descendo a cachoeira. As mãozinhas, em suspenso. As pessoas se viravam para olhá-la, uma mulher sorriu como quem acata a piada. E a nova moça sorria por dentro ao pensar que as pessoas pensavam que ela se vestia retrô.


Composição

Perlac era uma loja direcionada para clientes impossíveis. Zee, consciente da missão, afofava perucas escuras sobre a cabeça gessal das manecas – uma mel, uma café, outra preto-graúna, um quase-ruivo acolá – mas imaginando e sabendo que as verdadeiras clientes da Perlac estariam mais para quarentonas de 1,62m com cortes médios desidratados do que para andróides chanéis magras e frias.


Ao cubo

Sozinhos um com o outro, impressionava sua intimidade impessoal. Um para cada lado do sofá, olhos na TV, no meio as mãos, uma sobre a outra. Um no computador outro na lavanderia, um na biblioteca outro jantando.
O nome da doença era esquizoidia. Odiavam socializar. Iam em festas por causa da música. Melhor se fossem festas propensas ao fracasso, com menor probabilidade de cotovelos cutucantes.


Segundo andar

Quando saía com Olívia, tinha que explicar sua mágica. Como vivia sem emprego e sem bolsa? Como comprava seus discos e livros com salário mínimo? Como pedia comida em casa?

– Quem disse que não dá para viver com salário mínimo? – redarguia Susana.

(Estava certo. Susana ganhava dois salários mínimos.)

Vinte e dois reais de condomínio (desconto do síndico). 

Dezoito reais de gás. Celular pré-pago. 70 reais de luz. A água do prédio, 100 reais. Plano de saúde jovem, 80 reais. Transporte, 80 reais. Sobrava um estipêndio para comida, roupas e despesas acessórias. Comia até chocolate.
Eu sou uma dona-de-prédio.


Sexo em Anegue (conto africano)

Eu queria mesmo era poder entrar em outra pessoa e espiar o que elas estão sentindo sobre elas mesmas. Porque aqui dentro eu já sei como é; e também já consigo sair e me ver como elas me vêem. Mas queria saber como elas se vêem, de verdade, por dentro. Saber se elas também se sentem tão mal assim quando pensam em si mesmas e, se sim, como conseguem disfarçar e levantar a cada dia e ir trabalhar, ou estudar, ou pelo menos andar pela rua sem que ninguém pense: lá vai a coisa toda errada. Assim pelo menos eu não me sentiria sozinha.


Tabu

A Biblioteca Nacional nunca tinha ouvido falar daquele veículo – nem os milhares de contatos do professor Sobral. Mas conforme alvitrado por George Sable, o artigo existia. E estava nas mãos dela. Apenas Maiara não conseguia decifrar o texto – excesso de tinta, tipo pequeno, vista um pouco cansada, vai ver, ficando míope; a luz das quatro horas era pouca e caía morta sobre o carpete climatizado, bem longe das pernas congeladas de Maiara. Congeladas mesmo: nenhuma das duas parecia capaz de se mexer. Excesso de concentração. Não – câimbra. Não. A ordem para mexer a perna fora dada e ela não sentia movimento.
– O que está acontecendo, pensou sem inflexão
Olhou para baixo. É claro que sentia frio com aquela sucuri enovelada até o joelho. Sentiu-a deslizar, garantindo o nó. Quase um conforto.


Elidu ou Como se fosse 1995

Naquela noite, com aquela disposição de despedida, até o lugar de sempre era palatável.

O corpo de Sil não descia até o chão como mandava a música. A dona dele tinha decidido poupar as costas para o dia seguinte, poltrona de avião. Ondeava o corpo de um jeito que sabia desde a puberdade e sempre impressionava as amigas.

– Cê tomou a droga errada... tá dançando igual lacraia.

Silvânia virou-se para ver quem falava.

– É verdade que você vai embora? – pergunta ele em seguida.


O último dia

Em uma das salas, alguém pediu uma folha em branco para desenhar. A professora foi até o armário e mandou que pegassem uma e passassem adiante. E assim foi feito, até a vez da Ana Paula. Ana Paula pegou mais de uma, escondendo mas nem tanto, e esperou a professora notar; ela notou e deixou cair os braços. Olhou para o armário e olhou para Ana Paula. Olhou para o armário de novo e para Ana Paula de novo. Suspirou. As provas já tinham acabado, não?

Dos armários do fundo da classe emergiram papel crepom, massinha e cartolina. Pilhas de cartolina de todas as cores (menos da vermelha, da qual por algum motivo as professoras gostavam tanto) foram rapidamente desbaratadas. Isso as outras filiais não haveriam de herdar.


Tão bonito que dói

Estou no terceiro cigarro da noite e ainda não vi ninguém que preste. Circulo, dou uma volta pelo primeiro andar, acabo pedindo alguma coisa do bar.

Há uma menina maquiada como uma boneca e metida em uma blusa cheia de babadinhos, toda branquela e acompanhada. A biba amiga dela saltita até o DJ que resmunga ao ouvir o pedido por Kraftwerk: vou ver.
Algum rock depois, o DJ aquiesce a tocar The model modificada, com uma base de guitarra emprestada do Garbage. É o tom. Me aproximo do braço da lolita gótica com o cigarro aceso. Fsst. As células se degeneram sob a brasa. Logo se formará uma bolha. Não, esperem: ela percebeu; esfregou. Assim fica marca.

Ela olha pro braço e olha pra mim. Olha pro braço. Pra mim.

– Porra, toma cuidado!

Só isso. Os olhos assassinos demoram um pouco para desgrudarem de mim; vejo que ela captou o propósito – eu parado na frente dela, não com cara de desculpas, não submisso e bêbado, mas sóbrio, sonso e segurando o cigarro no mesmo lugar do contato incendiário – só que não quer se perder nessa. Prefere sua vidinha de simulacro. Mas está marcada.


Wifi

Lia não deveria ser anunciada em qualquer biboca. Precisava de um canal exclusivo, de um boca-a-boca sagaz. Sabia exatamente quem devia procurar, mas relutou muito em fazê-lo. Afinal, o cara era um crápula. Um crápula engenhoso e conhecido no mercado. Mexia com a fila de transplantes, repassando fígados e córneas para gente que podia pagar. Relativizou a si e a ele até se aproximarem o suficiente para uma conversa ser marcada. Foi difícil convencê-lo a vir. Teve de abdicar de algumas precauções a que se propusera antes, como a de não mencionar do que se tratava ao telefone. Mas também não entregou o ouro; disse apenas que

– É um método infalível para fazer qualquer ameba passar em concurso.

– Infalível. – replicou o interlocutor, cético.

– Como a justiça divina, Jacques.

Uma pausa de efeito. Ou talvez Jacques estivesse fazendo outra coisa ao mesmo tempo.

– Vai falando.

– Vamos grampear o concurso.

– É fácil falar.

– O grampo estará num candidato.

– Da mesma forma.

– Jacques, o grampo vai ser o candidato.

– ?

– Mas preciso de documentos para ela.

– Ela?

– Ela.


Simone Campos estreou na literatura aos 17 anos com o romance No shopping  (7Letras, 2000). Desde então, participou de diversas antologias e coletâneas – entre elas, Geração 90: os transgressores (Boitempo Editorial / Org. Nelson de Oliveira) e 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura (Record / Org. Luiz Ruffato). Cursou jornalismo e produção editorial na UFRJ. Em 2006, publicou seu segundo romance em papel, A feia noite (7Letras), e em 2007 a ficção científica on-line Penados Y rebeldes


>>> Saiba mais sobre Simone Campos, AQUI!

>>> Leia o artigo "Dinheiro não traz inspiração. Mas ajuda", de Simone Campos. 





 
 
24 de Agosto de 2009 | 03:28
 

SUÍTE DAMA DA NOITE, EM COPACABANA   

Manoela Sawitzki lança seu romance "Suíte Dama da Noite" no Hotel Olinto, em Copacabana, nesta quinta, 27.

Foto: Cristina Lacerda




A escritora gaúcha Manoela Sawitzki, radicada no Rio de Janeiro, lança seu romance Suíte Dama da Noite (Record) no Hotel Olinto, em Copacabana, nesta quinta-feira, 27 de agosto, a partir das 19h.

Sinopse:

Júlia Capovilla conduziu sua vida para o decisivo momento em que reencontraria Leon, por quem se apaixonara ainda menina. Quando o destino finalmente os reúne, ela se dá conta de que a única forma de mantê-lo em sua vida é tornar-se sua amante. A partir de então, os únicos momentos de alegria na existência de Júlia acontecem na cama, a cada crepúsculo, na suíte Dama da Noite.


Manoela Sawitzki nasceu em Santo Ângelo, Rio Grande do Sul, em 1978. É escritora, dramaturga e jornalista. Publicou o romance Nuvens de Magalhães (Mercado Aberto) e a peça Calamidade (Funarte), cuja primeira montagem lhe rendeu o Prêmio Açorianos de Melhor Dramaturgia de 2007. Colabora com as revistas Bravo! e Aplauso, e já trabalhou em roteiros para cinema e televisão.


Serviço:

Lançamento do livro Suíte Dama da Noite 

Endereço: 
Av. Atlêntica, 2230 - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ

Dia 27 de agosto, quinta-feiras, das 19h às 22h

>>> Leia um trecho do romance  Suíte Dama da Noite  (Record), de Manoela Sawitzki:




 
 
18 de Agosto de 2009 | 19:07
 

O Corpo identidades, memórias e subjetividades   

Joëlle Rouchou, Monica Pimenta Velloso e Cláudia de Oliveira organizaram um livro que é resultado de um seminário realizado pela Fundação Casa de Rui Barbosa

Em Corpo: identidades, memórias e subjetividades, as organizadoras -  Joëlle Rouchou, Monica Pimenta Velloso e Cláudia de Oliveira  - propõem uma reflexão crítica através de textos assinados por diferentes autoras, entre elas Eliane Robert Moraes,Nízia Villaça, Ieda Tucherman, Marize Malta, Maria Luisa Luz Tavora,Maria Antonieta Antonacci e Viviane Matesco.
 
                     

 
O prefácio é assinado por Nísia Trindade Lima:

“Corpo: identidades, memórias e subjetividades, com suas diferentes abordagens, conta uma história. Que longe está de ser única, concisa ou definitiva. É uma história na qual cabem partes do mundo em que o corpo se faz, se reflete e se recria, numa construção e reconstrução simbólica e social. Desde os finais do século XIX, o corpo conquista a atenção de distintos autores, incluindo Marx, Engels e Nietzsche. Alertando para a dimensão social dos sentimentos e dos gestos, as obras de Georg Simmel e de Marcel Mauss marcaram um avanço decisivo nessa reflexão. Apertos de mão, saudações, cafunés, abraços, beijos no rosto ou na boca, expressam formas distintas de usar o corpo, traduzindo valores culturais e afetos. A todo instante, decodificamos o mundo através do corpo, transformando-o em informações visuais, auditivas, olfativas, táteis e gustativas. Nessa conversa com o mundo, na qual o corpo recolhe informações, a bagagem cultural e o pertencimento social de cada indivíduo são documentos indispensáveis. Seja tomando o corpo como moradia íntima, seja como lugar de invenção e metamorfoses, é com ele que marcamos presença no mundo. E é a história dessa presença que aqui é contada"

Sobre as organizadoras:

Monica Pimenta Velloso é historiadora e pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) e do CNPq. Doutora em História Social (USP). 

Joëlle Rouchou é jornalista graduada pela PUC-Rio, mestre em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ e doutora em Comunicação e Cultura pela USP. 

Cláudia de Oliveira é doutora em História Social (IFCS/UFRJ); pesquisadora Pós-doc no Setor de História, Fundação Casa de Rui Barbosa.




 
 
14 de Agosto de 2009 | 10:49
 

ENTER, O LANÇAMENTO   

O lançamento de ENTER - Antologia Digital, organizado pela professora Heloisa Buarque de Hollanda, lotou o Cinemathèque Jam Club.


Por Ramon Mello
Fotos: Vânia Laranjeira

Um telão foi montado na entrada do espaço, para projeção online do ENTER que abriga a produção de 37 escritores contemporâneos. Ainda assim, as perguntas mais frequentes durante o evento foram: Onde compro o livro? Quanto custa a antologia? Cadê a mesa com os exemplares?



A escritora e DJ Cecilia Giannetti animou a festa com um playlist eclético, de Beat Box a Michael Jackson, só desgrudou da mesa de som para participar da foto com Heloisa e outros autores da antologia, entre eles Maria Rezende,Ismar Tirelli Neto, Simone Campos, Domingos Guimaraens, Mariano Marovatto, Diana de Hollanda e Carol Bensimon.



Durante a noite, os outros selecionados da antologia passaram pela festinha: Michel Melamed, Augusto Guimaraens Cavalcanti, João Paulo Cuenca, Ana Paula Maia, Fabiano Vianna e Lirinha, acompanhado da esposa, a atriz Leandra Leal.

Nega Gizza ligou: perdeu o vôo em Brasília. Marília Garcia mandou um abraço da França. Alice Sant'Anna  também está fora do país, foi representada por sua mãe sua mãe, a editora de moda Zizi Ribeiro. E a cordelista Lourdes Alves mandou um beijo do Recife.

Outros escritores prestigiaram o lançamento, como Leandro Jardim, Manoela Schawinski , Jô Bilac , Rodrigo Bittencourt e Paulo Scott. E  os editores Eduardo Coelho e Carolina Casarin da Língua Geral; Elisa Ventura da Aeroplano; Sergio França e Ana Paula Costa da Record; Bruno Dorigatti e Marcio Debellian do portal SaraivaConteúdo também conferiram a estréia do site.

Além da presença da Secretaria Estadual de Cultura Adriana Rattes; do Secretario Municipal de Cultura de Araruama, Ricardo Adriano; gerente de patrocínio da Petrobrás, Giuseppe Zani; e da crítica literária Beatriz Resende.

A bebedeira continuou nos botecos da Voluntários da Pátria, mas essa parte não posso contar aqui...

(momento colunismo social encerrado)

A propósito, a organização da festa foi coordenada pela produtora Valeska Zamboni. E o layout de ENTER foi concebido Samara Tanaka, design responsável pela identidade visual do projeto.

> Leia o artigo do escritor Alexandre Inagaki sobre ENTER – Antologia Digital, no blog   Pensar Enlouquece, pense nisso.

> Leia a análise do editor Eduardo Coelho sobre ENTER – Antologia Digital, no blog Autores e Livros.

> Leia a matéria do jornalista Miguel Conde sobre Heloisa Buarque de Hollanda, publicada no Segundo Caderno, O GLOBO.

> Leia matéria do jornalista Luis Felipe Reis sobre ENTER – Antologia Digital, publicada no Caderno B, Jornal do Brasil.

Veja mais fotos exclusivas o lançamento:







 
 
13 de Agosto de 2009 | 18:09
 

Fliporto destaca a literatura iberoamericana em sua quinta edição   

A 5ª edição da Fliporto acontece de 5 a 8 de novembro na badalada praia de Porto de Galinhas, litoral sul de Pernambuco.

Inspirada na reflexão da tradição cultural brasileira, discutindo suas raízes e desdobramentos, a Fliporto se dedica neste ano à divulgação da literatura iberoamericana, promovendo debates, encontros e leituras com escritores contemporâneos da literatura em língua espanhola e portuguesa.

A diversidade da grande Ibéria norteia a festa literária que confirma a participação dos espanhóis Jorge Diaz e José María Merino, da portuguesa Inês Pedrosa, diretora da Casa Fernando Pessoa e do venezuelano Fernando Báez, autor de História universal da destruição dos livros. O uruguaio Eduardo Galeano, que integra a conferência de abertura da festa, é um dos mais aguardados do evento, que confirma, ainda, palestra com o jornalista Laurentino Gomes, autor do best-seller 1808 - sobre a chegada da corte portuguesa ao Brasil.

A Fliporto ressalta a participação de escritores inéditos no Brasil como o alemão Martin Mosebach, uma das atrações confirmadas para o evento, que homenageia neste ano o escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto, profundo conhecedor e amante da cultura hispânica.

Segundo o curador da Fliporto, Mário Hélio Gomes, a presença de Mosebach, vencedor do prêmio Büchner Prize de 2007, se insere na proposta da Fliporto de manter sua programação aberta a discussões cosmopolitas.

“Consideramos primordial a valorização dos aspectos mais profundos da Iberoamérica em cada encontro que promove a Fliporto. O diálogo é a nossa primeira palavra-chave: diálogo entre os países, entre as culturas, entre os escritores, entre as pessoas”, confirma Mário Hélio.

Em anos anteriores, estiveram na Fliporto autores como Nélida Piñon (Prêmio Príncipe de Astúrias, 2005, ex-presidenta da Academia Brasileira de Letras), Affonso Romano de Sant’Anna (ex-presidente da Biblioteca Nacional, do Brasil), Luis Fernando Veríssimo; José Eduardo Agualusa (Angola), Vicente Gómez Montero (México), Waldo Leyva (Cuba) e Paulina Chiziane (Moçambique).

A Fliporto é realizada na Praia de Porto de Galinhas, que fica no municípiode Ipojuca, a 53 km do Recife. Famosa por suas águas cristalinas e suas piscinas naturais, Porto de Galinhas é um dos principais pólos turísticos da costa nordestina. Desde 2005, o balneário recebe a Fliporto, que entra definitivamente na rota do turismo literário, tendência explorada em todo o mundo com a realização de feiras e festivais em paisagens paradisíacas e contemplativas.

> Confira os escritores confirmados:

Eduardo Galeano

Galeano (1940) é um dos autores de língua espanhola mais populares e influentes no mundo, desde a publicação do clássico As veias abertas da América Latina, um best-seller nos estudos do desenvolvimento econômico e cultural da América Latina. Em abril deste ano, na cumbre de Trinidad y Tobago, causou frisson o presente que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, deu ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: justo um exemplar do seu livro de cabeceira: As veias abertas da América Latina. Galeano, contemporâneo de Mario Benedetti e Vargas Llosa, se notabilizou por sua escrita híbrida, que combina história , ficção, jornalismo e política.

Fernando Báez

Báez é poeta, romancista, historiador, educador e bibliotecólogo venezuelano. É considerado um dos maiores especialistas no mundo na história do livro e das bibliotecas. Autor do best-seller História universal da destruição dos livros (lançado em tradução brasileira em 2006, pela Ediouro) e de Historia de la antigua biblioteca de Alejandría, além de A destruição cultural do Iraque: um testemunho de pós-guerra (ainda inéditos no Brasil). No seu mais recente livro, ele foi mais além, pois trata de mais de quinhentos anos de espoliação: El saqueo cultural de america latina, que saiu há poucos meses em castelhano.

Martin Mosebach

Romancista, poeta, roteirista de cinema, autor de libretos de ópera, de peças de teatro e r ádio, o frankfurtiano Mosebach (1951) é considerado um dos mais importantes escritores europeus da atualidade (tido como o sucessor de Thomas Mann, na opinião de críticos como Frank Witzel). Vencedor dos prêmios Georg Büchner Prize (2007) e oKleist (2002), ele tem mais de 20 trabalhos publicados, a exemplo de O tremor, A mulher turca e A lua e a menina. Martin Mosebach escreve seus livros à mão. Entre 1995 e 1997, escreveu 172 páginas numa letra firme e pequena para uma novela com o título provisório de O cordeiro.

José María Merino

Membro da Real Academia Espanhola, Merino (1941) é romancista, contista, poeta e ensaísta. Foi um dos destaques da Feira do Livro de Madri deste ano. Da sua enorme produção como noveli sta se destacam obras como O lugar sem culpa (2006), As visões de Lucrécia (1996), O ouro dos sonhos (1986), e trilogias como Novelas del mito, composta por El caldero de oro, La orilla oscura e El centro del aire (2000) e Las crónicas mestizas. Esta trilogia tem ambientação americana e é composta por: El oro de los sueños, La tierra del tiempo perdido e Las lágrimas del sol (1992). Seu livro mais recente, La sima, lançado neste ano de 2009, trata do polêmico tema da abertura das fossas dos cadáveres da guerra civil espanhola

Jorge Diaz

Jorge Diaz (1962) é jornalista, roteirista e novelista espanhol. É considerado um dos melhores roteiristas da televisão européia na atualidade. Um dos principais criadores da série Hospital central, que obteve grande popularidade na TV espanhola, ele estreou na literatura este ano com o livro Os números do elefante (Editora Planeta), que conta uma aventura de imigrante com fortes ingredientes de suspense e amparada num conhecimento direto da realidade brasileira.

Inês Pedrosa

Escritora e jornalista portuguesa (1962). Atuou em importantes veículos como a revista Ler e o semanário Expresso. Como romancista é um dos nomes mais fortes da atual literatura iberoamericana. É, desde fevereiro de 2008, diretora da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa. Publicou, entre outros livros, A instrução dos amantes (1992), Nas tuas mãos (1997), Fazes-me falta (2002), A menina que roubava gargalhadas (2002), Fica comigo esta noite (2003) e A eternidade e o desejo (2007).

Laurentino Gomes

Jornalista e escritor. Laurentino (1956), atuou como repórter e editor em alguns dos mais importantes veículos da imprensa no Brasil, como o jornal O Estado de S.Paulo e a revista Veja. Em 2008, após dez anos de pesquisa, publicou o livro 1808 como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. O livro é um dos maiores bestsellers da história do Brasil, com mais de 400 mil exemplares vendidos

 




 
 
11 de Agosto de 2009 | 03:00
 

ENTER - ANTOLOGIA DIGITAL   

O site será lançado nesta terça-feira, dia 11 de agosto, no Cinemathèque Jamclub, Rio de Janeiro.

As “práticas literárias” de poetas, prosadores, quadrinistas, cordelistas e rappers de todo o país estarão no site pioneiro ENTER - Antologia Digital, criado por Heloisa Buarque de Hollanda

O espaço – com curadoria de Heloisa - reúne o trabalho textual e audiovisual de 37 escritores como Nega Gizza, Marcelino Freire, GOG, João Paulo Cuenca, Andre Dahmer, Cecilia Giannetti, Lirinha, Arnaldo Branco, Rafael Grampá, Sérgio Vaz, Gabriel Bá & Fábio Moon, Bruna Beber, Maria RezendeAlice Sant'Anna, Omar Salomão e Andrea del Fuego

Com idades variando entre 20 e 40, os autores selecionados são, também, atores, músicos, cartunistas, apresentadores de TV, editores, web designers, produtores culturais e ativistas.






Serviço:

ENTER - Antologia Digital

Local: Cinemathèque Jamclub
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo - Rio de Janeiro
Horário: 20 horas




 
 
06 de Agosto de 2009 | 18:47
 

CINEMA E LITERATURA NA ZONA NORTE DO RIO DE JANEIRO    

Instituto Oldemburg de Desenvolvimento, Ponto Cine e Editora Record inauguram a Sala de Leitura Wanda Oldemburg e apresentam o projeto Cine Literário

Dia 10 de agosto o Instituto Oldemburg de Desenvolvimento inaugura no Ponto Cine, primeiro espaço popular de cinema digital do Brasil, a Sala de Leitura Wanda Oldemburg e o projeto Cine Literário. Em parceria com o Grupo Editorial Record, celebra-se nesse primeiro evento do novo projeto a obra do escritorGraciliano Ramos.

A programação inclui exibição do filme Vidas Secas, seguida de debate com o cineasta Nelson Pereira dos Santos e o fotógrafo Evandro Teixeira, que percorreu o sertão nordestino, trilhando os mesmos caminhos dos personagens do autor alagoano. O registro fotográfico de Teixeira integrou uma edição de luxo do romance, lançado em 2008 pela Editora Record, em comemoração aos 70 anos desde sua primeira edição e será exposto nesse que já é um dos principais pólos culturais da zona norte do Rio de Janeiro.

A intenção do Cine Literário é aproximar o grande público da literatura brasileira através do cinema. A união desses dois projetos pioneiros, Leitura para Todos e Ponto Cine, pretende quebrar barreiras, demonstrando que através da democratização do acesso e de programações estimulantes, platéias e leitores podem ser formados. Ambos os projetos atuam junto a comunidade, agregando jovens, adultos e idosos através da leitura ou do cinema.

Instituto Oldemburg

Com uma trajetória de sucesso, iniciada em 2003 pelo Instituto Oldemburg de Desenvolvimento, o projeto Leitura para Todos atinge, seis anos depois, a marca de 673 salas de leitura implantadas de norte a sul do Brasil. Criado com o propósito de ampliar o acesso da população aos livros e contribuir para a democratização do conhecimento através da leitura, o projeto implantará nos meses de agosto, setembro e outubro mais 121 salas em sete estados do país.


O Ponto Cine

Localizado em Guadalupe, zona norte do Rio de Janeiro, um dos bairros de menor IDH (índice de desenvolvimento humano) da cidade, o Ponto Cine tem por objetivo a formação de platéia e democratização do acesso às exibições cinematográficas. É a primeira sala popular de cinema digital do Brasil com programação que privilegia o cinema nacional e filmes de arte.

Com o patrocínio da Petrobras, desenvolve o projeto ProSocialCinema (Promoção Social de Cinema) e, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro, desenvolve o projeto Oficine-se. À frente do projeto está Adailton Medeiros, agitador cultural, responsável pela criação das lonas culturais no Rio de Janeiro e profundamente envolvido com o desenvolvimento de projetos de inclusão social.

A tecnologia utilizada no Ponto Cine é a Kinocast, desenvolvida pela Rain, empresa que criou uma inovadora solução para o mercado cinematográfico interligando via satélite salas de cinema para exibição de filmes em formato digital. Com isso, somem os custos de aluguel, transporte, seguro e etc, e o valor do ingresso pode ser barateado. 

Serviço

Inauguração da Sala de Leitura Wanda Oldemburg

Evento em homenagem a Graciliano Ramos

Exibição do filme Vidas Secas de Nelson Pereira dos Santos

Exibição de exposição do fotógrafo Evandro Teixeira

Local: Ponto Cine
Estrada do Camboatá, 2300 – Guadalupe
Data: 10 de agosto de 2009
Horário: 19h
Entrada Franca

[Com informações da escritora Manoela Sawitzki]




 
 

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