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04 de Setembro de 2009 | 20:02
 

A volta à cena de Mika   

Novamente inspirado pelo mundo dos cartoons, artista lança em 22 de setembro seu segundo disco, 'The Boy Who Knew Too Much', puxado pelo single 'We Are Golden'

Uma das sensações pop de 2007, por conta de um álbum deliciosamente esfuziante (Life in Cartoon Motion), Mika vai tentar passar pela prova do segundo disco neste mês de setembro. Novamente inspirado pelo mundo dos cartoons, o autor e intérprete de hits como 'Grace Kelly' joga suas fichas em The Boy Who Knew Too Much. O primeiro single é a música We Are Golden, cujo clipe foi incluído no DVD que vem com a edição dupla do disco. A projeção de Mika em todo o mundo foi tão grande que a Universal Music já vai lançar o álbum no Brasil simultaneamente com o lançamento estrangeiro. Rain, Dr. John e Toy Boy são algumas das 12 músicas inéditas do CD, que mistura influências de disco music e do pop dos anos 80 com uma vibe GLS.

Eis a capa do álbum The Boy Who Knew Too Much:




 
 
03 de Setembro de 2009 | 20:16
 

O solo de Julian Casablancas   

Cantor do Strokes revela a capa de seu primeiro álbum individual, 'Phrazes for the Young', que traz no repertório oito músicas inéditas de autoria do artista

River of Brake Lights, Glass e Ludlow St. são três das oito músicas inéditas do primeiro álbum de Julian Casablancas, o vocalista do grupo norte-americano The Strokes. O disco se chama Phrazes for the Young e ainda não tem data de lançamento específica. O CD foi gravado ao longo do ano passado. O produtor é Jason Lader, que já trabalhou com grupos como Coldplay. Mas Casablancas também recorreu à produção adicional de Mike Mogis. Casablancas revelou nesta quinta-feira a capa do álbum:




 
 
02 de Setembro de 2009 | 21:46
 

Ao vivo, a alegria de Roberta Sá   

Cantora coroa fase de sucesso com o lançamento de seu primeiro registro de show em DVD e em CD gravados no Rio de Janeiro, em abril, em apresentação lotada

As casas lotadas - e ela tem se apresentado ultimamente somente nas grandes - são o indício e o argumento irrefutável de que Roberta Sá chegou lá. A cantora projetada no Fama - misto de reality show e programa de calouros exibido pela Rede Globo - cresceu e apareceu. O frescor de seu disco de estréia, Braseiro (2005), já fez Roberta conquistar pequeno, mas fiel, público. O que ninguém supunha é que ela ampliaria esse público de forma tão rápida a partir do lançamento de seu segundo álbum, Que Belo Estranho Dia para se Ter Alegria (2007). O disco deu origem a um show de sucesso que, seguindo as normas que regem o mercado fonográfico brasileiro, acaba de gerar um registro ao vivo - o primeiro de Roberta. Pra se Ter Alegria - Ao Vivo no Rio  já está nas lojas nos formatos de CD e DVD, numa parceria do selo MP,B Discos com a Universal Music. O resultado é um show cheio de alegria. Roberta rebobina os repertórios de seus dois álbuns com o mesmo frescor que pauta sua discografia de estúdio. O roteiro inclui uma inédita Agora Sim (parceria da própria Roberta com Pedro Luís e Carlos Rennó) e conta com a intervenção de Marcelo D2 no Samba do Balanço, outra música até então inédita na voz graciosa da cantora. Vale ressaltar que o CD não é mero subproduto do DVD: o áudio da gravação (captada em 3 de abril na casa carioca Vivo Rio) é espetacular.




 
 
02 de Setembro de 2009 | 11:38
 

Leandro Sapucahy canta Roberto Ribeiro   

Produtor do disco de sambas de Maria Rita lança CD em tributo ao intérprete de 'Vazio' e 'Todo Menino É um Rei', entre outros sucessos dos anos 70

Nos anos 70, um cantor de voz poderosa - Roberto Ribeiro (1940 - 1996) - fez frente ao reinado de Alcione, Beth Carvalho e Clara Nunes no mercado do samba. Cria do Império Serrano, Roberto lançou sucessos como Vazio (Está Faltando Uma Coisa em mim), Todo Menino É um Rei e Acreditar. Naquele tempo, Leandro Sapucahy era menino, se achava rei e ouvia os sucessos de Roberto na voz de sua mãe, Jacy Silveira, cantora amadora. Daí a admiração de Sapucahy por Ribeiro, expressada por ele no disco que a Warner Music acaba de pôr nas lojas. Editado dentro da série Outras Vozes, Leandro Sapucahy Cantando Roberto Ribeiro  reúne 14 sucessos de Roberto na voz de Sapucahy, que produziu o disco ao lado de Bóris, autor dos arranjos. A ideia foi fazer um disco de samba à moda dos anos 70, com a gravação de vários instrumentos no mesmo canal. Mãe de Sapucahy, Jacy Siveira é a convidada afetiva de Nega do Peito. O tributo sedimenta a opção de Sapucahy pelo samba de boa qualidade. Ele entrou no mercado fonográfico como produtor de grupos do chamado pagode romântico, mas, aos poucos, está encontrando sua turma. Produziu o disco de sambas de Maria Rita (Samba Meu, sucesso entre o público jovem) e vem trabalhando com nomes como Arlindo Cruz e Marcelo D2




 
 
01 de Setembro de 2009 | 11:29
 

Bebel canta João em 'All in One'   

Com o piano de Daniel Jobim, neto de Tom, cantora regrava o baião 'Bim Bom', de seu pai João Gilberto, no CD 'All in One', que tem Carlinhos Brown entre os produtores

Bebel Gilberto grava pela primeira vez uma música de seu pai, João Gilberto. A escolhida foi Bim Bom, baião relido por Bebel na companhia do piano de Daniel Jobim, neto de Tom Jobim. A gravação está em All in One, quarto álbum internacional de Bebel, nas lojas de todo o mundo (inclusive do Brasil) a partir de 29 de setembro de 2009. Trata-se do primeiro disco do contrato assinado por Bebel com a gravadora Verve.

Entre temas autorais, como Ela e Canção de Amor, Bebel regrava músicas de Stevie Wonder (The Real Thing) e Bob Marley (Sun Is Shining). All in One foi gravado entre Brasil, Jamaica e Estados Unidos. A parte brasileira foi feita na Bahia sob a produção de Carlinhos Brown. Nessas sessões feitas em Salvador, Bebel chegou a registrar Acabou Chorare, a música composta pelos Novos Baianos com inspiração num gracejo infantil de Bebel. Mas a música não está entre as 12 faixas oficiais do álbum.

All in One já tem um single editado pela Verve: Chica Chica Boom Chic, o samba-rumba popularizado por Carmen Miranda nos Estados Unidos em 1941. À sua moda, Bebel também celebra o centenário de nascimento da Pequena Notável, festejado ao longo de 2009.




 
 
01 de Setembro de 2009 | 11:04
 

Elas Cantam Roberto em CD   

Chega ao mercado o álbum duplo com o registro ao vivo do histórico show que reuniu o 'Rei' e 20 cantoras dentro do ciclo de eventos que festeja os 50 anos de carreira do cantor

Está chegando às lojas um CD que certamente vai estar entre os mais vendidos de 2009. Elas Cantam Roberto Carlos - o disco duplo que a Sony Music está lançando - traz o registro ao vivo do histórico espetáculo apresentado em 26 de maio no Theatro Municipal de São Paulo dentro do ciclo de eventos que festeja os 50 anos de carreira do cantor (Roberto gravou seu primeiro disco em 1959, quando ainda imitava João Gilberto). Somente o número coletivo que encerra o show - Como É Grande o meu Amor por Você, em que cada cantora faz sua corte ao Rei com um verso da canção - já vale o álbum. Mas a seleção reserva algumas boas surpresas para quem não viu o show ao vivo e tampouco a transmissão (editada) feita pela TV Globo no domingo posterior ao espetáculo. A começar pela doçura impressa por Hebe Camargo em Você Não Sabe. É a faixa que abre o disco. Aliás, as 22 músicas foram dispostas no CD na ordem com que foram apresentadas no espetáculo (com a ressalva de que o disco exclui três dos 25 números). Alcione esbanja categoria em Sua Estupidez. Ana Carolina reafirma a força de sua garganta ao cantar Força Estranha. Zizi Possi põe a habitual classe em Proposta enquanto Mart'nália é puro suingue em Só Você Não Sabe, samba obscuro do repertório de Roberto, lançado pelo autor em 1989. Há também o teatro majestoso feito por Marília Pêra em 120... 150... 200 Km por Hora. Números que justificam a compra do CD e do DVD que vai sair na sequência.




 
 
24 de Agosto de 2009 | 18:29
 

Leo Maia puxou ao pai, Tim   

Em seu terceiro CD, 'Sopro do Dragão, o filho do 'Síndico' cruza o suingue das gafieiras com o balanço dos bailes do movimento Black Rio

Leo Maia não nega a raça. Filho de Tim Maia (1942 - 1998), ele segue com propriedade os passos do pai em seu terceiro CD, Sopro do Dragão, nas lojas neste mês de agosto com o selo da LGK Music e a distribuição da Som Livre. No disco, o artista evoca o balanço das gafieiras - não por acaso, duas das 14 faixas são intituladas Bendita Gafieira e Ela Dança Gafieira - sem deixar de lado as levadas do funk e do soul que imperavam nos bailes da pesada que agitavam os subúrbios e as periferias cariocas nos anos 70, época áurea do movimento Black Rio.


Essa herança é perceptível em músicas como I Go, I Go, parceria de Leo com Cássio Calazans. Leo, a propósito, assina nove músicas no repertório majoritariamente inédito e autoral. O funk Amor à Moda Antiga, parceria do artista com Seu Jorge, atesta que o jovem artista é legítimo discípulo do suingue black. Da lavra alheia, vale destacar Revanche - balada assinada por ninguém menos do que Hyldon, expoente da geração soul dos anos 70 que foi capitaneada por Tim Maia - e Homem do Espaço, tema antigo de um dos reis do suingue nacional, Jorge Ben Jor, regravado com muita propriedade por Leo Maia em Sopro do Dragão.




 
 
23 de Agosto de 2009 | 16:30
 

Rosenblit de bem com a música   

Compositor reúne nomes como Lenine, Joyce, Zé Renato, Zélia Duncan e Ney Matogrosso em CD de ambiência carioca que gravita em torno da Bossa Nova

Você provavelmente não sabe quem é Alberto Rosenblit. Mas certamente já ouviu a música desse compositor que trabalha há cerca de 15 anos como produtor musical da Rede Globo. É Rosenblit o autor das trilhas incidentais de várias novelas da emissora carioca. Entre elas, A Favorita, exibida em 2008. Cabe a ele criar aqueles temas instrumentais que realçam as emoções das tramas. Fora desse universo, Rosenblit é compositor influenciado pela Bossa Nova. E é essa referência que se espalha pelas 11 faixas do CD que o artista está lançando, De Bem com a Vida. Como não é cantor, o compositor recrutou respeitável time de intérpretes para cantar suas músicas. O álbum conta com adesões de Ivan Lins (em Leblon), Zélia Duncan (em Beco das Garrafas), Lenine (cujos vocalises adornam Pororoca), Joyce (na faixa-título), Zé Renato (Na Rua Sol Maior, tema de clima camerístico) e Ney Matogrosso (intérprete do choro-canção Pixinguinha Morreu de Rir). De Bem com a Vida está sendo editado pela gravadora Dabliú Discos.




 
 
22 de Agosto de 2009 | 17:41
 

O show antropofágico da baiana   

Fiel ao lema tropicalista, Daniela Mercury 'deglute' Raul Seixas, Chico Buarque e Legião Urbana no show 'Canibália', inspirado no inédito CD homônimo

O canto da cidade do Rio de Janeiro neste fim de semana é o de Daniela Mercury. A cantora baiana estreou no Canecão, na noite de ontem, o show Canibália, pontapé inicial de um projeto ambicioso que prevê CDs, DVDs, filmes e exposição. Em sintonia com a antropofagia estética pregada pelos modernistas em 1922 e pela Tropicália nos anos 60, a artista deglute múltiplas referências num roteiro que inclui sucessos de Chico Buarque (O que Será? - numa batida seca de textura eletrônica), Belchior (Como Nossos Pais, referência a Elis Regina, intérprete da música em 1976), Raul Seixas (Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás) e Legião Urbana (Tempo Perdido, balada inserida no segundo bloco, de energia roqueira).

A exemplo de seu show anterior, Balé Mulato (2006),  Daniela apresenta um espetáculo de grande força visual, calcado na interação entre música e dança. Com presença destacada na cena, os bailarinos dão movimento a um show que, musicalmente, cruza a batida do samba-reggae (há louvações a grupos afros como Ilê Aiyê e Olodum) com  levadas eletrônicas de tonalidades contemporâneas.

Em Canibália, Daniela canta músicas que fazem parte do CD que vai estar nas lojas em setembro (com cinco opções de capas e disposições das faixas). Entre elas, há o reggae Sol do Sul, A Vida É um Carnaval e Trio em Transe (esta repleta de citações cinematográficas na letra). O roteiro inclui sambas de Dorival Caymmi e dueto virtual com Carmen Miranda.

Eis alguns flagrantes da estreia carioca de Canibália, no Canecão, na noite de sexta, 21 de agosto:




 
 
21 de Agosto de 2009 | 20:59
 

A dona da 'Voz'   

Trinta e oito álbuns editados pelo cantor Frank Sinatra no selo Reprise passam a ser comercializados pela gravadora Universal Music

Um ano depois de negociar com os Rolling Stones os direitos para relançar a discografia gravada pelo grupo a partir de 1971, a Universal Music passa a administrar todo o catálogo de Frank Sinatra no selo Reprise, criado pelo cantor em 1960 para lhe dar independência. Essa parte da obra da Voz era tradicionalmente incorporada ao acervo da Warner Music.

O acordo engloba todos os 38 títulos gravados por Sinatra no selo. Já a partir de outubro, a Universal Music começar a repor esses discos em catálogo. O primeiro da lista é o álbum My Way, lançado em 1969 com retumbante repercussão em todo o mundo por conta de sua faixa-título, uma das músicas mais conhecidas do repertório de Sinatra. My Way vai ganhar edição comemorativa de 40 anos, turbinada com gravações inéditas feitas por Sinatra na época do registro do disco.

Pelo acordo, a Universal também garantiu os direitos de edição em DVD de 14 registros audiovisuais do artista.  Incluindo o vídeo The Man and His Music, vencedor de um prêmio Emmy.

 




 
 

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