15 de Fevereiro de 2010 | 10:00
Para Anthony Hopkins, menos é mais 
Em entrevista ao "Los Angeles Times", o futuro Odin de "Thor" fala que seu sucesso se deve a uma atuação contida, sobretudo no caso dos vilões
O homem que vai encarnar o deus Odin, na adaptação de Kenneth Branagh para as aventuras de Thor (Marvel), o ator Anthony Hopkins declarou em entrevista ao jornal americanos “Los Angeles Times” que seu sucesso em filmes de terror ou suspense se deve ao seu modo de atuar “como um submarino”:
“Acho que em parte se deve ficar parado... apenas não faça muita coisa, deixe que as coisas aconteçam”, disse o britânico de 72 anos, vencedor do Oscar de melhor ator em 1991 por “Silêncio dos inocentes”. No filme, ele viveu Hannibal Lecter, considerado pelo American Film Institute o maior vilão de todos os tempos, desbancando até mesmo o temido Darth Vader.
Hopkins está em cartaz no filme “Lobisomen”, remake de um longa de 1941, estrelado por Benicio Del Toro no papel do bicho.
Na entrevista, o ator disse ainda que sua “abordagem contida” aperfeiçoa seu desempenho. “Isso é algo muito difícil para um ator evitar, porque você quer ‘aparecer’ um pouco. Mas eu acredito que quanto menos você ‘mostra’, melhor”.
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14 de Fevereiro de 2010 | 10:00
Concorrente a dois Oscar, "A fita branca" já está cartaz 
Espécie de estudo das origens do nazismo, longa de Michael Haneke já ganhou a Palma de Ouro e o Globo de Ouro
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes no ano passado, e do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, “A fita branca” concorre nessa mesma categoria a uma estatueta do Oscar no próximo dia 7 de março (e também ao prêmio de melhor fotografia). É muito provável que ganhe.
Dirigido por Michael Haneke, de “A professora de Piano” e “Caché”, que havia rendido a ele em 2005 a Palma de Ouro de melhor direção, o longa tenta investigar, na ficção, as sementes do nazismo. A história se passa num vilarejo no norte da Alemanha, pouco antes do início da Primeira Guerra Mundial, quando estranhos acidentes começam a acontecer. E as crianças do lugar – que vivem sob forte e constante repressão – parecem estar no centro de tudo.
O filme é uma espécie de estudo das raízes sociológicas do Holocausto. E trata de um dos temas mais caros a Haneke, a culpa. Imperdível, o longa já está em cartaz no Brasil desde sexta-feira, com distribuição pela Imovision.
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13 de Fevereiro de 2010 | 10:00
Quarto filme da saga "Crepúsculo" deverá ser dividido em dois 
Estratégia é similar à usada em "Harry Potter e as relíquias da morte", que encerrou a série sobre o bruxo de Hogwarts
O site Deadline Hollywood divulgou ontem, sexta-feira, que a produtora Summit Entertainment pretende dividir em dois a adaptação para o cinema do livro “Amanhecer”, o quarto e último da saga “Crepúsculo”, de Stephenie Meyers. Estratégia semelhante à que foi feita com “Harry Potter e as relíquias mortais”. Não seria de se estranhar, se levarmos em conta que as bilheterias dos dois primeiros filmes da série já faturaram mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo.
Segundo o site, é provável que a decisão final seja anunciada já na próxima semana. Para os fãs, fica uma pergunta: como os roteiristas dividiriam o livro, sendo que a primeira e última parte da história são contadas da perspectiva de Bella, ao passo que a segunda parte é narrada da perspectiva de Jacob? Só resta aguardar.
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12 de Fevereiro de 2010 | 11:58
Direção de Lee Daniels salva "Preciosa" do maniqueísmo 
História da menina negra obesa, semi-analfabeta e vítima de abuso sexual na própria casa adquire nuanças com o desempenho do elenco, em especial da atriz Mo'Nique
Avaliar uma adaptação de livro para o cinema é sempre um negócio arriscado. Ler a obra antes de criticar é importante para separar o que são as idéias do autor das do diretor e, claro, do roteirista. E, assim, não falar bem ou mal de A quando, na verdade, trata-se de B.
Dito isso, confesso de antemão que não li “Preciosa”, o romance de Sapphire, mas vi apenas “Preciosa – Uma história de esperança”, do diretor Lee Daniels, que entrou em cartaz hoje (sexta-feira). De modo que vou tentar me ater a questões fílmicas propriamente ditas, fazendo distinguir se méritos ou problemas estão na nascente, ou seja, na obra literária, ou no roteiro adaptado e nas soluções encontradas por Daniels.
De modo geral, a impressão que se tem ao sair da sessão de “Preciosa” é de que se assistiu a uma história maniqueísta, com uma separação por vezes acentuada entre vítimas/mocinhos e algozes/bandidos.
O filme conta a história de Claireece Jones, uma jovem negra de 16 anos, semi-analfabeta, obesa, grávida de seu segundo bebê, fruto dos constantes abusos sexuais cometidos por seu pai. A mãe tampouco a priva de agressões físicas e morais.
Ok, Claireece e seus pais representam uma lamentável realidade comum nos EUA (assim como no Brasil). Mas o “problema” parece estar na maneira como isso é retratado. Sobretudo quando aparecem os “mocinhos” da história, em especial a personagem da professora (Paula Patton) que incentiva, abriga e “salva” Claireece. Faltam nuanças.
Se levarmos em conta que se trata de uma produção encabeçada pela apresentadora Oprah Winfrey, que não dispensa certo populismo na defesa de certas causas, entendemos o caráter panfletário que o longa assume. Homossexual, Daniels também parece “aproveitar” a história para fazer “manifesto”.
O que atenua esse maniqueísmo são algumas atuações, em especial a da atriz Mo’Nique, que vive a mãe. Sobretudo nas seqüências finais do filme, a balança entre vítima e algoz fica mais “equilibrada” por conta da carga emocional que ela injeta no momento em que sua personagem fala de suas motivações e “desculpas”.
É aí que entra um dos méritos do filme: a afinação do elenco, que se atribui à boa direção de atores de Daniels, cineasta acostumado a trabalhar com cantores, que extrai, por exemplo, bons desempenhos de Mariah Carey (!), como uma assistente social, e Lenny Kravitz (na foto, à esquerda), como um enfermeiro (!!). E da própria Gabourey Sidibe, que vive Claireece.
O outro mérito do filme são as seqüências em que Daniels representa as fantasias que sua personagem principal tem, sobretudo quando tenta “escapar” de situações-limite. Momentos em que ela se vê como uma pop star desejada e assediada (no “bom sentido”), ou como uma jovem branca, de cabelos louros e magra. São soluções cinematográficas que provavelmente ultrapassam as imagens sugeridas no romance de Sapphire.
Veja abaixo um trailer legendado de “Preciosa”, que concorre em seis categorias do Oscar, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor atriz, para Gabourey, e atriz coadjuvante (Mo’Nique):
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11 de Fevereiro de 2010 | 16:27
Disney/Pixar divulgam trailer de "Toy Story 3" 
Animação tem estréia marcada para o dia 18 de junho nos Estados Unidos; outro lançamento agendado é "Homem-aranha 4", para julho de 2012
A Disney/Pixar acaba de divulgar o terceiro trailer de um dos lançamentos mais aguardados para 2010: “Toy Story 3”. Vale lembrar que o novo desenho traz Andy mais velho, preparando-se para entrar na universidade e, por isso mesmo, sem saber o que fazer com os brinquedos de sua infância. Para óbvio desespero de Woody (que terá de novo a voz de Tom Hanks), Buzz Lightyear e companhia. O lançamento está marcado para 18 de junho nos Estados Unidos.
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Outra estréia marcada, mas para tããão longe: “Homem-aranha 4” chegará aos cinemas americanos no dia 3 de julho de... 2012. A notícia foi divulgada hoje pela Sony. Como já se sabe, a franquia será relançada, com direção de Marc Webb (“500 dias com ela”) e mostrará o herói na adolescência. Ainda não se sabe quem será Peter Parker.
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Veja abaixo o trailer de “Toy Story 3":
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10 de Fevereiro de 2010 | 15:02
Tom Hanks e Julia Roberts voltarão a contracenar em comédia 
"Larry Crowne" terá roteiro e direção assinados pelo ator; produção do longa-metragem começa em abril, em Los Angeles, e lançamento será em 2012
Cerca de três anos depois de contracenarem em “Jogos do poder” (2007), Tom Hanks e Julia Roberts anunciaram que vão repetir a dobradinha na tela grande em “Larry Crowne”, longa-metragem que terá distribuição pela Universal.
Uma comédia, “Larry Crowne” narra a história de um homem de meia idade que se vê forçado a encontrar uma nova carreira.
Hanks, que escreveu o roteiro do filme com Nia Vardalos (“Casamento grego”), também irá dirigir. Será seu primeiro filme como diretor desde 1996, quando ele assinou o script e a direção de “The Wonders – O sonho não acabou”.
A produção deve começar em abril, em Los Angeles, e o filme estréia somente em 2012.
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09 de Fevereiro de 2010 | 17:52
Warner chama Chris Nolan para retomar "Superman" 
Em princípio, ele não assumiria a direção, mas ajudaria a criar uma versão mais "sombria" do homem de aço, como já fez com Batman
A Warner Bros está decidida a retomar as aventuras de Superman no cinema e resolveu apelar para o diretor Christopher Nolan (foto) para assumir as rédeas do próximo filme. A notícia foi dada hoje pelo site Deadline.com. Responsável pela volta do homem-morcego em “Batman begins” e “Batman – O cavaleiro das trevas”, Nolan seria uma espécie de “padrinho” do novo projeto, depois de um hiato de mais de três anos, quando o herói voltou em “Superman – O retorno”. Ainda não se sabe ao certo se a Warner teria novamente Bryan Singer, como diretor, e Brandon Routh, como o homem de aço. Mas, segundo o Deadline, é improvável que Nolan dirija.
Nolan, que está finalizando “Inception”, longa estrelado por Leonardo DiCaprio, com lançamento previsto para o segundo semestre, estaria ainda envolvido no terceiro “Batman”, com roteiro de dois costumeiros parceiros: Jonah Nolan, seu irmão, e David Goyer.
A encarnação de Superman no cinema sempre foi problemática. A tetralogia estrelada por Christopher Reeve entre 1978 e 1985 foi considerada medíocre, sobretudo no último filme. Os fãs mais radicais não gostaram tampouco de Routh na pele do herói. Outros diretores – Tim Burton, JJ Abrams e Brett Ratner – e atores – Nicholas Cage e Josh Hartnett – chegaram estar envolvidos de uma forma ou de outra com os projetos.
A idéia de trazer Nolan para a franquia seria uma forma de trazer o homem de aço para o “lado mais negro” da força, ou seja, retratar um herói mais “sombrio”, como tem sido Batman. Mas... seria mesmo o caso?
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08 de Fevereiro de 2010 | 15:06
Novo "Havaí 5-0" terá Daniel Dae Kim, o Jin Kwon, de "Lost" 
Remake do seriado que foi ao ar entre 1968 e 1980 está a cargo de Roberto Orci e Alex Kurtzman, co-criadores de "Fringe"
“Lost” está com os dias contados, mas o ator Daniel Dae Kim (foto), que vive Jin Kwon na atração, já está dando um jeito de permanecer no Havaí, onde o seriado é rodado. De acordo com o “Hollywood Reporter”, Kim foi chamado para um dos papéis principais da refilmagem da série “Havaí 5-0”, que fez sucesso na televisão entre os distantes anos de 1968 e 1980. A rede de televisão americana CBS já está pré-produzindo o piloto e o ator viverá o detetive Chin Ho Kelly, personagem interpretado por Kam Fong no seriado original.
O novo “Havaí 5-0” é mais um produto de Roberto Orci e Alex Kurtzman, parceiros de JJ Abrams em “Fringe”. Ainda não se sabe ao certo que irá ficar com o papel do detetive Steve McGarrett, vivido no original por Jack Lord. Mas há boatos de que o personagem vá para o galã australiano Alex O’Loughlin, de “Three rivers”.
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06 de Fevereiro de 2010 | 16:57
Fox planeja trazer "O Demolidor" de novo às telas 
Roteiro está sendo escrito por David Scarpa, do remake de "O dia em que a Terra parou"; herói da Marvel foi vivido no cinema em 2003 por Ben Affleck
Outro herói dos quadrinhos pode vir a ganhar em breve a sua própria franquia. Depois do um tanto desanimador "Demolidor - O homem sem medo" (2003), com Ben Affleck, Jennifer Garner (como Elektra) e Colin Farrell (como Bullseye), o destemido Daredevil deve ganhar vida nova nas mãos do roteirista David Scarpa, que escreveu a refilmagem de "O dia em que a Terra parou" (2008).
A notícia foi divulgada pelo jornal "Los Angeles Times". Ainda não se sabe, no entanto, se parte do elenco do filme de 2003 irá reassumir seus papéis. A produção e distribuição deve ficar a cargo da Fox. Ainda não se fala no nome do futuro diretor.
O "Demolidor", personagem da Marvel, narra as aventuras de Matt Murdock, um moço de Nova York, cego, que adquire sentidos aguçados (audição e tato) após o acidente num laboratório que causou sua perda de visão. Quem poderia ficar bem nesse papel? Affleck de novo? Sei não
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Cláudio 07 de Fevereiro de 2010 | 15:46
Tomara que não seja apenas uma continuação simplória de um filme já mal feito anteriormente.
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05 de Fevereiro de 2010 | 12:55
"Guerra ao terror": menos ação, mais reflexão 
Sem abrir mão de suspense e representação precisa do horror, filme de Kathryn Bigelow faz interessante estudo psicológico de um soldado "viciado" na adrenalina da rotina de guerra
A "briga" de ex-marido (James Cameron) e ex-mulher (Kathryn Bigelow) está ganhando divertidos ares de "Crepúsculo" nestas semanas que antecedem a entrega do Oscar. Como na saga dos vampiros, em que os fãs se dividiram entre "time Edward" e "time Jacob", temos agora um "time Cameron" e um "time Bigelow", cujos filmes "Avatar" e "Guerra ao terror" concorrem a nove estatuetas, entre elas a de melhor direção.
Apesar dos revolucionários efeitos especiais e das aparentes boas intenções do pano de fundo ecológico de "Avatar", acho que vou de "time Bigelow". Seu "Guerra ao terror", que foi lançado ainda em 2008 no Festival de Veneza, é desses raros filmes de guerra mais concentrados no desenvolvimento dos personagens, seus impulsos, motivações, conflitos, contradições etc., do que na ação. Não vemos aí tantas cenas de batalhas, muito sangue jorrando ou heroísmo caricatural. Mas os “bastidores”.
Isso tudo sem abrir mão, vale ressaltar, de uma representação precisa da paisagem árida da guerra, tanto em aspectos mais técnicos (locações, cenários etc.) como "climáticos". "Guerra ao terror" atira o espectador no "hurt locker" do título original do filme, expressão usada por soldados americanos para designar um ambiente, situação ou período de tempo de grande dor física e/ou emocional.
Este "clima" se deve não só à "câmera na mão" de Bigelow, ou à tensão criada pelo inimigo que muitas vezes não se vê, mas muito ao roteiro original, indicado ao Oscar, de Mark Boal. Jornalista com colaborações para as revistas "Playboy" e "Rolling Stone", entre outras, ele esteve no Iraque após a ocupação, entre 2003 e 2004, teve um artigo (!) adaptado para o cinema ("No vale das sombras", 2007, de Paul Haggis) e acompanhou um esquadrão antibombas americano no país.
É dessa experiência que nasceu a história de William James (Jeremy Renner, concorrente ao Oscar de melhor ator, na foto acima), um soldado literalmente viciado na adrenalina que libera ao tentar desarmar bombas. Pouco importando, muitas vezes, a segurança de seus colegas.
A "fissura" de James, e a dificuldade de alguém como ele de se readaptar à sociedade, são dois dos temas principais do filme, que abre com uma citação do livro "War is a force that give us meaning", de Chris Hedges, ex-correspondente de guerra do "New York Times": "The rush of battle is a potent and often lethal addiction, for war is a drug" (algo como "o barato da batalha é um vício potente e freqüentemente letal, porque a guerra é uma droga"). A propósito, todo esse aspecto “jornalístico” tem uma razão de ser: Bigelow se interessou pelo filme por achar que há uma carência na imprensa de notícias e imagens do que está acontecendo com as tropas no Iraque.
O "character study", o estudo psicológico de personagens feito por Boal e Bigelow não se limita ao soldado "viciado", mas mostra também outras formas de reação ao horror da guerra. Como o sargento Sanborn (Anthony Mackie), o sujeito cuja cautela extrema na verdade é um espelho de seu crescente desespero frente à pressão. E o soldado Owen (Brian Geraghty), o garoto bem treinado, mas inexperiente, cuja “ficha” vai caindo à medida que enfrenta a guerra.
O fim, que por razões óbvias não se adianta aqui, é fantástico. Há uma cena emblemática de James já de volta aos EUA, num supermercado, ao som uma irritantemente tranqüila “música de elevador”, tentando escolher uma simples caixa de cereal em meio a centenas. O contraste dessa simplicidade com a complexidade há pouco experimentada por ele traduz o que a guerra pode representar para um indivíduo. Sobretudo para alguém como o soldado James, que já não consegue escapar - fisica ou emocionalmente - do "hurt locker".
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Veja abaixo o trailer legendado do filme:
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