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Luiz Felipe Pondé: Um homem politicamente incorreto19. 04. 2012
 
Divulgação
Luiz Felipe Pondé
Por Carolina Cunha

Quem folheia o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia logo recebe um aviso: “Este livro é a confissão de um pecador irônico a respeito de uma mentira moral: o politicamente correto”.

É bom que se avise mesmo. O leitor mais sensível pode ter reações adversas que envolvem sintomas como úlcera nervosa, alívio ou mesmo gargalhadas em momentos que ninguém deveria achar graça.

Lançado em abril, o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia é o terceiro volume da coleção 'Politicamente Incorreto', da editora LeYa.

Neste livro, o filósofo Luiz Felipe Pondé reflete sobre a história do politicamente correto através do pensamento de grandes cabeças, como Nietzsche, Darwin, Rousseau, Kant, Nelson Rodrigues, entre outros. Assuntos como política, religião, preconceito e felicidade são colocados à mesa para um papo de boteco com filósofos. 

Sem medo de ser desagradável, o autor atropela com uma ironia afiada um comportamento que veio para ficar. Dos ecologistas de butique aos democratas, ninguém escapa de suas espinafradas. 

Para o filósofo, a vida é basicamente infeliz, as mulheres gostam mesmo é de homem que tem dinheiro, o aeroporto se tornou um churrasco na laje e o mundo corre o risco de se tornar brega. 

Autor do best-seller Contra um Mundo Melhor, Luiz Felipe Pondé é filósofo, professor universitário e colunista do jornal Folha de S. Paulo.

Em entrevista ao SaraivaConteúdo, Pondé comenta algumas polêmicas e desabafa sobre como o comportamento politicamente incorreto lhe dá arrepios. Quem nunca caiu neste pecado que atire a primeira pedra.

Por que você considera o politicamente correto uma praga?

Pondé. Este livro é um ensaio que usa a ironia. Uso a expressão “praga” quando me refiro a pessoas com medo de discutir determinadas coisas. Hoje, produzir uma reflexão pode se transformar num risco. Todo mundo tem medo de falar. O politicamente correto é quando se percebe que, atrás de uma argumentação, existe uma intensa moral escondida, que acaba se transformando numa censura de pensamento.

Já compararam você ao Rafinha Bastos da filosofia. O que você acha disso?

Pondé. Não tem nada no meu livro que seja comparado a piadas de mau gosto ou que se aproxime a piadas sobre judeus negros. Quem diz isso é quem não leu o livro ou quem tem má fé. 

Você falou que o filósofo Rousseau é o pai do politicamente correto e que seu pensamento se alinha mais ao de Hobbes. Você acha o Rousseau um chato?

Pondé. Neste livro, apresento o Rousseau como uma espécie de ancestral do politicamente correto. Ele produz uma filosofia meio aguada, que diz que o ser humano é bonito, maravilhoso e tem natureza pura. Eu digo que prefiro o Hobbes, porque ele tem uma natureza humana mais dramática.

Você diz que muita gente hoje se faz de bonzinho com o discurso de mudar o mundo. Ser bonzinho hoje é um bom negócio?

Pondé. Eu não tenho dúvida. O politicamente correto faz com que o outro se sinta bonzinho. Todo mundo achar você legal pode dar dinheiro. Não se trata de dizer que meu livro ensina a ser mau. O livro busca defender a ideia de que a vida é muito difícil. Na realidade, esse livro é a defesa da coragem das pessoas.

Você acredita que a natureza humana está mais para Príncipe Maquiavel do que para o Pequeno Príncipe. Como você vê essa natureza?

Pondé. O Pequeno Príncipe é um livro que simplifica tudo. É o livro das misses. Já Maquiavel diz que os humanos são mais complexos e que o mundo funciona por interesses.

Você fala que somos basicamente covardes por que a vida é basicamente infeliz. A felicidade é uma ilusão? Você se considera um pessimista?

Pondé. A felicidade é passageira e, quando vira obsessão, nos torna infantis. Não sou um pessimista pleno. Tenho dois filhos e também sou professor, logo...

Você frequentemente fala sobre a Teoria da Evolução das espécies de Darwin. Por que você acha essa teoria interessante?

Pondé. A Teoria da Evolução de Darwin diz que nossos comportamentos foram selecionados na medida da sobrevivência, feitos para o grupo sobreviver. A Teoria é interessante para a gente pensar como sofremos no passado para estarmos aqui hoje. O Darwin, pra mim, eleva o humano à condição heroica.

A sociedade precisa da hipocrisia para se manter coerente?

Pondé. A moral pública sempre tem uma dose de hipocrisia. O que eu critico é a hipocrisia no campo do pensamento. A vida é muito mais complicada e profunda do que uma história de mocinhos e bandidos. As pessoas têm medo de discutir e falar o que pensam.

Você diz que o mundo está ficando brega. Quais são os sintomas?

Pondé. Basicamente é você não conseguir manifestar o que pensa porque falar outra coisa é bonitinho. Sabe um tipo de reunião de família que todo mundo está de paletó, arrumadinho, e por trás disso escondem uma série de sofrimentos? Essa necessidade de todo mundo ser feliz é barulhenta e ruidosa. Essa coisa da felicidade barulhenta como forma única de experiência é brega porque, na realidade, isso acaba deixando as pessoas meio bobas. Buscam a felicidade como se fosse uma compra na loja de R$ 1,99. Como se ela fosse de plástico. É uma coisa fake.
 
A sua visão do discurso feminista é a de um crítico mordaz. Você não acha que simplificou um pouco essa bandeira?

Pondé. A maioria dos leitores que falam comigo são mulheres. Eu não me refiro às formas óbvias de repressão feminina. Dizer que não existe sofrimento é falso. Mas acho que a relação entre homem e mulher tem dificuldades hoje que talvez não tivesse no passado. Esse discurso politicamente correto não quer mostrar as dificuldades porque acha que discuti-las é você ser machista. Por exemplo, se você faz uma conversa franca sobre esse assunto, vai ficar muito claro que as meninas não querem homens fracos e inseguros. A mulher continua querendo um parceiro companheiro, sólido e maduro.
 
Você coloca o dedo na ferida e critica o discurso que se refere aos negros, índios e gays como “a minoria”. Qual é o cuidado que as pessoas têm que ter com isso?

Pondé. Acho complicado fazer piadas de mau gosto. O que critico é a ideia de vitimização. Temos que ensinar às crianças que as pessoas são iguais, mas diferentes. Em nenhum momento eu me refiro que elas são melhores do que outras.

Você comentou que o politicamente correto nos proíbe de dizer esta verdade: o leitor e o telespectador são idiotas. Você não tem medo de causar a ira dos leitores?

Pondé. Não, inclusive porque isso é uma ironia. No capítulo do livro que aborda essa questão, deixo clara a mania que temos de falar sobre o que não sabemos.

O público tem uma relação de amor e ódio com você. Como você lida com esse papel de "incomodar"?

Pondé. Como tudo na vida. Com medo, coragem e a alegria de saber que pelo menos alguns nos entendem.

Para onde você imagina que a humanidade está caminhando? Seria para um mundo ainda mais politicamente correto?

Pondé. Temo que sim. Mas sou professor e otimista. Tenho mais fé em meus alunos de graduação do que na minha geração.
 
 
Comentários (51)
Neuza Maria de Lima - 25/06
ADORO SEUS COMENTÁRIOS.... SÃO TODOS MUITO BEM ANALISADOS; PARABENS ...
Alexandre - 13/06
Que filósofo é este que não incomoda o poder? E que na verdade acaricia a sociedade de consumo e o império Estadunidense. O senhor Pondé tem lado definido, está claro a que senhor ele serve.
Goottmbergue Mangueira - 21/02
PONDÉ É LEITURA PARA INTELIGENTES!
Goottmbergue Mangueira - 21/02
Pondé, você é um filósofo extraordinário, não só pela sua clareza nas argumentações,mas pela coragem de falar a verdade sobre tudo que comenta.Essa onda de politicamente correto, na maioria das vezes, não passa de hipocrisia.
Goottmbergue Mangueira - 21/02
o MUNDO REALMENTE ESTÁ BREGA COMO DIZ PONDÉ.HÁ UMA ENTROPIA CULTURAL TOMANDO CONTA DA HUMANIDADE.A VALORIZAÇÃO DO QUE NÃO PRESTA ESTÁ CADA VEZ MAIS PRESENTE NOS DISCURSOS DAS PESSOAS.
Goottmbergue Mangueira - 21/02
Pondé, você é um filósofo extraordinário, não só pela sua clareza nas argumentações,mas pela coragem de falar a verdade sobre tudo que comenta.Essa onda de politicamente correto, na maioria das vezes, não passa de hipocrisia.
Alitane - 18/11
Um dia no ônibus de volta a casa depois da jornada de trabalho, travei conversa com uma pessoa que não nos conhecíamos. Proveitosa conversa quando me disse que era para ler no Novo Testamento o discurso de Jesus "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Eis então a figura dos filósofos e, particularmente, dos filósofos brasileiros, bem mais próximos de mim, para "concretizar" em minha vida tal verdade!
Jhon - 14/11
para quem gosta de bosta o livro é um prato cheio, fico surpreso em ver como um sujeito formado em filosofia e etc., escreve tanta bosta coxinha. Não creio que o livro seja um guia da politicamente incorreto e principalmente de filosofia. Este livro é um manual de pensamentos de direita que agrada muito os coxinhas da classe media/alta mas esta classe no nosso pais é coprofila, pois adora se nutrir de merda acredito que esse fulano Ponde deve ter lido "minha luta" do Hitler para ter pensado essas idiotices que a proposito não tem nada de novas, são as mesmas merdas de sempre reunidas em um livro de quinta. como eu disse pra que gosta de bosta é um prato cheio. Viva a nossa ignorante Classe media/alta COXINHA.
lmaria elizabeth prestes - 07/11
sr luiz felipe ponde admiro o muito, nao entendo tudo o que escreve mas fico boquiaberta com tudo que , por exemplo quando esta em debates da globo news. e o mais inteligente. fico feliz em poder ouvi..lo. grata, beth.
Deborah Sena - 19/09
Pondé, eu também quero casar com você !
benedito carvalho - 15/09
Ao ler o livro de Pondé, "Contra um mundo melhor" me deu vontade de ir aos originais reler a Biblia", especialmente o citado livro Eclesiastes e o livro de Jô.A Babel está ai viva com suas promessas de modernidades. O livro fala de coisas antigas como se fosses novas, quando se sabe que nossa vida é tão frágil e insignificante que se assemelha a um peido. Como diz na página 153: " A imperfeição da vida nos é insuportável, temos horror a ser animais do abismo, por isso buscamos utopias de perfeição como as que se encontram na mitologia.". Somos como aquelas atrizes que foram bela e que, ao envelhecerem, olham no espelho com horror por não se aceitarem transitórias. Dói muito, mas a vida faz com que ninguém escape dessa tragédia: o envelhecimento e a morte. Não sobrará nada de nós...
alexandre patricio - 14/09
Parabens Pondé por cada pakavra dita ou escrita , pra mim POLITICAMENTE CORRETO significa ' vamos ser HIPOCRITAS" ISSO JA PASSOU DOS LIMITES.
Ron - 13/09
Talvez um pouco fora do contexto, mas a mídia atrapalha comentários diretos ao autor, bem típico da mídia marrom do brasil, mas vale qualquer lugar, alguém lê. Seu Pondé escreveu sobre uso de médicos como de um regime fascista, e avise o Pondé que ele esta desatualizado, o último que usou médicos judeus como bodes expiatórios foi Stalin em 1953, entendo a reverberação encima dos fascistas/nazistas por estarmos sob o domínio da imprensa sionista da qual o Sr Pondé é empregado, mas vá estudar mais história antes de escrever bobagens, o fascismo/nazismo utilizou médicos, engenheiros, professores, comerciantes e qquer judeu como bode expiatório, mas médicos foi Stalin em 1953. Não tenho o endereço eletrônico do Pondé para responder e me sirvo de você para isso. Obrigado, Stalin usou médicos judeus e estava longe de ser fascista.
´Marcia Rodrigues - 05/09
Generalizações são piegas.. quanto a necessidade de ser feliz, que coisa chata seria assistir infelicidades públicas! imagine o chororô em toda parte! não somos falsos, estamos tentando acertar.. e nisto agimos em público como desejamos ser de fato: o melhor possível. Cada um contribui com o que tem.. alguns são falsos por convicção, mas ainda assim estão tentando melhorar. Este trecho mostra que Pondé assume suas dificuldades: "Mas acho que a relação entre homem e mulher tem dificuldades hoje que talvez não tivesse no passado." Claro.. assim como o governo tem hoje dificuldades com o povo que talvez não tivessem no passado.. pois é, quanto menos questionamentos menos atrito..
Luiz Ben - 03/08
Bem, conheço um pouco de Filosofia, o tal Pondé também. Posso assegurar que tudo o que vi e li dele é uma ladainha antiga "Trasímaco já afirmava que todo homem é ruim". Pressupor que essa afirmação é uma "grande revelação" é um pouco de ignorância com muita má fé. Ninguém mais supõe: "O ser humano é bom". Tal discussão está perdida entre os filósofos de dois séculos atrás. Hoje as questões são outras. Pondé faz uma Filosofia fraca em argumentos e ultrapassada em temas para afirmar o que qualquer ignorante sempre afirmou para conviver com a própria apatia política e cognitiva "Não tem jeito". Visa as parcelas da classe média que buscam afirmação intelectual, mas que nunca leu clássico algum: os playboys da Vila Madalena. Afinal, quem mais pode afirmar que não precisa de dinheiro e surpreender-se quando um presunçoso à qualquer coisinha afirma que ele é um hipócrita?
Neusa Borges - 22/07
" Conheci " o Pondé na FLIP, em 2012, assistindo uma palestra.Paixão a primeira vista. A clareza e a coragem nas suas palavras me fez correr atrás das publicações dele. Ainda não comprei o livro, porque estou em fase de TCC. Mas com certeza estará na minha estante.
rubens t - 26/06
Me permito copiar o trecho da entrevista acima: " A Teoria da Evolução de Darwin diz que nossos comportamentos foram selecionados na medida da sobrevivência, feitos para o grupo sobreviver. A Teoria é interessante para a gente pensar como sofremos no passado para estarmos aqui hoje. O Darwin, pra mim, eleva o humano à condição heroica" , muito feliz ,oportuna , e clara , tb creio ser um dos detonadores das atuais manifestações ,"incompreensíveis e surpreendentes " para nossos estupefatos governantes . É o instinto de sobrevivencia que atrai grupos heterogêneos .
Hugo Carvalho Tavares - 10/06
É a mais pura expressão da realidade. O "coitadismo" brasileiro, a falta de coragem para enfrentar e debater os principais problemas. Abordagem interessantíssima. Parabéns professor Pondé ! Digo que foi a melhor entrevista que já assisti no Canal Livre.
Paulo Murano - 06/06
Ao terminar um livro de ideias do Pondé, a sensação que me fica é que paguei por muitas páginas e apenas algumas valiam. Porém, o aprendizado obtido justifica o valor e sempre encontro júbilo em poucas linhas do autor. Igualmente importante é entender que faz parte da sobrevivência conviver em meio à diferença. Se o que no autor é certeza me causar assombro e estranheza, admiro-lhe a coragem de peitar a ignorância -- não o discurso que escreve, mas a exposição de sua alma.
Carlos O Ramos Filho - 28/05
Felizmente assisti a uma entrevista com Pondé na Rede Cultura neste último domingo (26/05)e tive a oportunidade de ver uma pessoa como outra qualquer tentando estar em sintonia com o seu cotidiano e aquela figura de um filósofo cheio de formalidades que imaginava ao ler os seus textos era totalmente contraditória. Agradeço até hoje o Prof. Elcio da Unisal que me iniciou tão brilhantemente na Filosofia. Ótima entrevista.
garete - 28/05
Bem peguei a entrevista na Band quase no final, digamos que ainda assisti uns 20 minutos... Acho perigoso uma pessoa que publica um livro de filosofia, mas é partidária. Tenho muitas dúvidas em relação à formação de opinião. Acredito que nossa história, não é somente feita de casa grande e senzala, mas de 300 anos de chibata. Depois temos vários momentos de higienização nos grandes centros (SP e RJ), passamos por um processo de redemocratização, onde a mídia é o quarto poder. Entre Nélson Rodrigues e Machado de Assis, sou mais Assis, ah! E Jorge amado. A filosofia é algo além de ironizar um programa de distribuição de renda, mesmo paliativo, sabemos como se comportam as patroas brasileiras. As vítimas não são coitadas, e os coitados não leem livros e não sabem que existem filósofos. Não sei se estou disposta a ler uma filosofia que talvez seja mais um apagador com interesses econômicos, e parabéns por conseguir ganhar dinheiro com apoio dessa mídia brega pacas.
Ricardo Möller - 27/05
estou usando o e-mail da minha filha , vi sua entrevista na band neste ultimo domingo , 26/05/2013,e achei ótima, vou comprar seus livros com certeza,adorei pois o senhor mostra que a vida é bem complexa e como sou descendente de alemães que fizeram a segunda guerra fui vítima de politicas do politicamente correto.Meu pai alemão casou com uma italiana por causa desta guerra , irônico não?
Eng. Serafim - 27/05
Muito bom, fico feliz que pensadores saem de cima do muro e expressem suas idéias, e nos levem a discutir o coitadismo, irei comprar o livro.
Paola - 27/05
Recomendo!
Adriana - 27/05
Parabéns, Pondé!! Mta coragem dizer o q pensa num momento em q a intolerância e agressividade das pessoas nos faz ter medo até dos nossos pensamentos!
Rubens T - 27/05
PARABÉNS!!! E OBRIGADO PONDÉ!!! São os movimentos profundos que agitam as ondas , onde alguns só ficam à deriva , "na crista" , outros ainda são a mera espuma . A clareza das idéias , e a profundidade que o tema sugere , estão infelizmente fora da compreensão de muitos (alguns dos quais abaixo),e externam o que dizia um professor "...só vomitam o que não conseguem digerir".
jorival paes dos santos - 27/05
Ciclos se repetem; profecias se repetem por cada ciclos. Creio que em breve este ciclo do qual estamos presente vai ter um basta. Por mais esforços que se pode fazer no sentido de se direcionar um novo norte a essa série de fenômeno social vai ter um fim. Nesta vida para tudo se tem um limite: a inteligência,a sabedoria, a cultura, etc. - e são justamentes por meio dessas características mortal é que delineia todo o futuro capenga de uma sociedade. Um grande cientista disse com todas as letras "nada se cria mas tudo se transforma". A história universal nos revela isso, ciclo se vai ciclo se inicia e este momento não vai ser diferente.
maria helena - 27/05
Depois de tantas controvérsias fiquei ainda mais interessada em ler. Percebi pelos comentários que o livro suscita o que há de mais genuino na filosofia: o debate, a reflexão e a curiosidade. Com certeza vou ler.
Observador - 27/05
Ainda não li. Más pretendo. Assisti sua participação no canal livre. Sinceramente, é arrogante, aquele que desafia o pensamento comum? Lembram da tal "unanimidade burra". Estão fazendo uma lavagem cerebral em nosso povo. Essa robotização já tinha carnaval e futebol, veio o Lulismo e acrescentou, bolsa família, bolsa isso, bolsa aquilo... Somos agora o país dos coitadinhos indefesos. Detalhe: Isso é opinião de uma pessoa comum.
Rita de Cássia Avelino - 27/05
Rousseau, o politicamente correto; Luiz Pondé, o politicamente incorreto. Apenas uma passagem de tempo. Dá tudo na mesma.
Jaderson Vieira - 27/05
É incrível a ignorância e a falta de carácter das pessoas que criticam o que nem mesmo entendem, fantoches de governantes aproveitadores. Mas para essas pessoas é mais fácil viver num mundo de mentiras e hipocrisia aceitando tudo que lhe é imposto pelo estado e o governo, do que ter uma visão real do mundo em que vivemos. Parabéns Pondé pela coragem de mostrar, criticar e externar suas opniões sobre esse falso moralismo.
Paulo Cesar Timm - 27/05
Parabéns Pode! A sociedade clama por intelectuais como você que provocam o livre pensamento e lembram a todos que o mundo segue veloz em transforações.
Burke - 19/04
Que bom que existem filósofos assim, sem utopismo, nem medo de dizer o que pensa. Tudo que ele diz e escreve vem muito bem acompanhado de referências... É um veneno antimonotonia para o discurso infantil e hipócrita da esquerda política e intelectual, que adora mentir sobre si mesma e sobre o mundo.
Luiz Ben - 19/02
Não há nada mais bobo do que pintar com cores jovens a mais hipócrita moral conservadora. Vossa Santidade Ponde apenas colore de vermelho a sua moral conservadora infeliz. Mas Ponde não é execrável, está mais para nulo.
Ellen Nitopi - 27/01
Gosto desse livro porque nos leva a refletir e a exercitar uma linha de raciocínio livre e ao contrário da afirmação dos críticos sobre o livro, sem preconceitos. Por outro lado, ainda que todos sejam diferentes, não concordo de que os menos favorecidos intelectualmente ou moralmente não possam querer e exercitar mudar o mundo desde que lhes apresentado e experimentado o adequado jeito de se fazer. Exceto aqueles que, uma vez experimentado esse caminho, optem a se acomodar em outro. Mas ainda assim e preciso respeita-los e dever de evita-los.
mario - 24/01
Ótima leitura, recomendo aos de mente aberta, livres.
Mario Câmara - 22/12
Livro execrável, escrito por uma pessoa de mal com a vida. Recalque, descompostura e falta de semancol é o que aguarda os desafortunados leitores do livro. Após lê-lo as duras penas, de forma alguma seria capaz de doá-lo a um sebo e abrir a possibilidade de perturbar outros com esta péssima “obra” (Guia Politicamente Incorreto da Filosofia). Vai para o lixo mesmo! O filósofo Luiz Felipe Pondé é um poço sem fundo de arrogância e se coloca num pedestal de crítico implacável a tudo e todos de quem guarda preconceitos. Defini-lo como desagradável é pouco, deve se tratar de um ser detestável e intragável. Não recomendo a leitura sequer ao meu pior inimigo!
vitorio - 12/11
Pondé é foda!
Albina - Juiz de Fora - 04/11
Todos os livros do Pondé são deleite para alma e intelecto. Óbviamente esse não seria diferente. Abraços.
Joelma - 31/10
simplesmente escroto, escrotíssimo! Pronto, sem ser PC!
Eduardo Costa Gonsalves - 25/10
Com todo respeito,mais ñ tenho tanta certeza,de que estamos caminhando para um mundo melhor;Pois com tanta tecnologia disponibilizada,muitos esquece do principal, que é Deus.
SOCORRO - 14/09
ADORO LUIS FELIPE PONDE,POIS ME LEMBRA MUITO NELSON RODRIGUES COSTUMO DIZER QUE O ÚNICO HOMEM AUTENTICO QUE EXISTIU FOI NELSON RODRIGUES,MAIS ESTAVA PROFUNDAMENTE ENGANADA, QUE MARAVILHA SABER QUE LUIS FELIPE PONDE E BRASILEIRO, QUEM ME DERA QUE PODER VIVER COM PESSOAS AUTENTICAS E ESCLARECIDAS AMO-TE!!!!COMO EU GOSTARIA DE ASSISTIR UMA PALESTRA SUA, VENHA A FEIRA DO LIVRO.. BELÉM DO PARÁ
Danilo Firmino da Costa - 12/08
Acho que o politicamente correto é um ser que domina o mundo e claramente onde há moral exacerbada, há também grande perversão. Basta olhar para instituições moralistas que encontramos um grande rastro de ações "não-morais", ou seria melhor dizer ações espontâneas? Pondé está correto ao afirmar que somos sofredores e não temos a obrigação de mostrar o contrário, pois até onde sei a vida se vive de altos e baixos, de encontros e desencontros e não há maneira de “resolvê-la” através da felicidade plena.
Naiara lira - 10/07
EM NOSSA SOCIEDADE É MAIS CONFORTÁVEL,SE ADEQUAR A UM COMPORTAMENTO GENERALIZADO, DO QUE INVESTIR EM UM PENSAMENTO CRÍTICO E POLEMICO, ESSA ENTREVISTA ME DEIXOU BEM CURIOSA EM LER O LIVRO...
Jeorge Charlles Da Silva Rodrigues - 22/06
é sempre produtivo ter pessoas que incomodam.também vou comprar o livro.
julio jacob - 15/06
"É o obvio ululante", vivemos em uma sociedade extremamente hipocrita e discimulada, as bocas abertas e caras de espanto com o que diz o professor, são a mais clara demonstração disto. todos veem os absurdos cotidianos e fazem vista grossa, ja passou da hora de deixar de semos "homens e mulheres cordiais"!!
Guilherme - 10/06
Muito legal, Pondé é claro e trata assuntos "polemicos" com simplicidade Ancioso para ler o livro
Agnes Melo - 01/05
É um ótimo livro, dei muitas gargalhadas lendo-o. É interessante saber que tem pessoas como Pondé que não tem medo de falar. A entrevista ficou ótima, parabéns ao pessoal da redação!
Paulo - 26/04
Compartilhando apenas. Bjos, Flaviana Almeida
Edilucia Trindade - 26/04
Compartilhando apenas. Bjos, Flaviana Almeida
cleyde - 25/04
N'ao d[a mais para fingir, brincar de esconde-esconde. achei a entrevista [otima e o autor bastante sincero nas suas afirma;'oes
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