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A contagem regressiva pelo mundo30. 12. 2011
Artes
Divulgação
 
Por Thaís Ferreira
Festa de Ano Novo na Austrália
 
5, 4, 3, 2, 1... Feliz ano-novo! Estouros de fogos de artifício, luzes no céu, sorrisos e abraços. O começo de mais um ciclo é o motivo para essa grande comemoração. A celebração acontece em todos os cantos do mundo; pela televisão ou internet, ainda acompanhamos as festas distantes e até clássicas.

Já é uma tradição, todo dia 31 de dezembro, uma série de imagens dos Réveillons é transmitida: os primeiros são os australianos com a Opera House e a ponte do Porto de Sydney; em seguida o Japão aparece em seus templos budistas; e assim segue pelos países da Europa e seus monumentos, até chegar à famosa Avenida Times Square em Nova York. E no momento em que bate a meia-noite no Brasil, todas as câmeras se voltam para a praia de Copacabana.
 
 
Mas por que sempre os mesmos lugares são mostrados ano após ano? E qual o motivo para esses locais serem escolhidos?

SIDNEY
 
Sidney, por exemplo, não é a capital da Austrália (e sim Camberra), mas é a principal cidade do país e possui os pontos turísticos mais famosos. A festa acontece no Porto de Sydney, onde se localizam dois símbolos da cidade: a Opera House (uma casa de espetáculos) e a Ponte do Porto.

Nesse local, cerca de um milhão de pessoas se reúnem todos os anos, quase ¼ da população da cidade, para assistir à queima de fogos. O que eles consideram um grande show e não se incomodam de pagar para fazer parte da festa. Alguns chegam a desembolsar quase 1.000 dólares australianos para ver tudo de dentro da Opera House. Lá acontece um jantar especial que pode vir acompanhado de um concerto de gala.

Além disso, a terra do canguru é lembrada com uma das primeiras a festejar o Réveillon, uma vez que o país se localiza no extremo leste do mapa terrestre. Durante a contagem regressiva australiana, o horário de Brasília marca 11 horas da manhã.

TÓQUIO
 
Crédito foto ©JNTO
 
Outro local que sempre aparece nas imagens é o Japão. Geralmente são mostradas as celebrações em frente aos templos budistas e as badaladas dos grandes sinos. A tradição japonesa é bastante complexa em relação ao ano-novo, a comemoração recebe o nome de Oshogatsu.
 
As práticas se prolongam por dias e envolvem vários rituais religiosos como uma faxina geral da casa, que representa a limpeza no espírito. Para marcar a mudança do ano, os cidadãos costumam tocar os sinos de seus templos 108 vezes, e a última badalada é justamente à meia-noite.

NOVA YORK
 
Crédito foto:Countdown Entertainment, LLC
 
A mais famosa festa de ano-novo acontece, sem dúvida, na Times Square, em Nova York. A primeira comemoração do local foi em 1904 e, além da passagem de ano, celebrou-se também a inauguração do prédio do jornal The New York Times e a mudança de nome do local de Longacre Square para Times Square, em homenagem à publicação.
 
A festa foi memorável e começou a se repetir todos os anos. A bola de cristais que marca a contagem regressiva começou a ser utilizada em 1907, quando os fogos de artifício foram proibidos, e se tornou uma tradição. 

RIO DE JANEIRO
 
Crédito foto: Riotur
 
No Brasil, a praia da Copacabana é o centro das comemorações. A tradição começou em 1970, quando o hotel Méridien decidiu fazer um espetáculo com fogos de artifício no local. Com o passar dos anos, outros estabelecimentos foram aderindo à comemoração, inclusive a prefeitura carioca.
 
Em 2001, os fogos começam a ser lançados de balsas. Hoje, o Réveillon carioca é considerado um dos maiores do mundo, reunindo em média dois milhões de pessoas. O show pirotécnico chega a durar mais de 20 minutos. A festa também tem suas tradições, como pular as sete ondas e lançar oferendas para Iemanjá.

LONDRES

A meia-noite na terra da rainha Elisabeth II é comemorada ao som das badaladas do Big Ben. A população se reúne para assistir a uma queima de fogos que tem no cenário o parlamento inglês, a ponte de Westminster e famosa roda gigante London Eye. A festa termina cedo, mas a manhã do primeiro dia do ano é marcada pela Parada de Ano Novo. O Festival toma as ruas de Londres desde 1987 e reúne músicos internacionais, alegorias e fanfarras. Na virada deste ano, o desfile será especial porque irá comemorar os 60 anos de reinado de Elisabeth II.    
 
MAIS COMEMORAÇÕES

Paris: a festa acontece no Arco do Triunfo. Parisienses e turistas se aglomeram na avenida Champs Élysées para abrir seu champanhe. Mas, diferentemente de outros países, não existe uma grande queima de fogos. Na virada, a cidade-luz faz jus ao nome e troca a pirotecnia por um espetáculo de pequenas lâmpadas piscantes que envolvem a Torre Eiffel. 

Moscou: no auge do inverno russo, diversas pessoas se agasalham para comemorar a virada na Praça Vermelha. O local reúne um dos cenários mais deslumbrantes, graças à Catedral de São Basílio, o principal ponto turístico do país.

Escócia: a comemoração recebeu um nome especial: Hogmanay. Diz a lenda que a tradição remonta às origens Vikings. A festa é cheia de rituais, entre eles, limpar a casa antes de o novo ano chegar, visitar e presentear os vizinhos e, na hora da virada, os escoceses entoam um poema local chamado “For Auld Lang Syne”, de Robert Burns, do século XVIII.

Portugal: os lusitanos são cheios de tradições em relação ao ano-novo, dependendo da região, muda o costume. Em geral, eles utilizam roupas íntimas azuis porque acreditam que a cor traz boa sorte.
 
 
ELES PASSARAM O ANO-NOVO...
(a experiência dos blogueiros viajantes)
 
...na Tailândia (Marcio Nel Cimatti, do site A Janela Laranja)
 
“Estávamos fazendo uma viagem pela Tailândia e, sem saber, nos hospedamos no bairro chinês em Bangkok. O que não sabíamos era que naquele final de semana se comemorava o ano-novo chinês e que aquela parte da cidade fica intransitável pelas festas que acontecem na rua! Tentamos pegar três táxis para voltar para o hotel e fomos literalmente “despejados” pelos motoristas no meio da rua, porque eles se recusavam a ir para lá! No final, andamos muito e achamos um motorista disposto a nos levar, claro que por um preço um pouco maior!”
 
 
... na Espanha (Ana Catarina Portugal, do Blog Junto)
 
“Cada ano-novo eu passo em um lugar diferente. Uns ótimos e outros nem tanto. Já passei comendo pizza num cassino de Las Vegas, em estação de esqui, na praia... O último foi em Salamanca, na Espanha. Na chamada Nochevieja há uma forte tradição da ceia, que pode ser num restaurante ou na casa do patriarca da família. Depois, quase todos se dirigem para a Plaza Mayor com suas bebidas e as 12 uvas da sorte, uma para cada badalada: comer, beber e comemorar, tudo ao mesmo tempo em 12 segundos, para garantir um bom ano-novo.”
 
 
... na Austrália (Michel Zylberberg, do Rodando pelo Mundo)
 
“Quando estava embarcando para a Austrália já imaginava um Réveillon inesquecível, nas escadarias do Opera House curtindo os fogos de artifício, iluminando a bela região da Harbour Brigde. Mas a realidade acabou sendo outra: arranjei um trabalho em um bar e tive que trabalhar na virada. Ainda sim foi uma bela festa, o pub estava muito animado e à meia-noite consegui fazer a pausa, comemorando com alguns amigos na beira da bela praia de Manly Beach (Sydney).”
 
 
 




 
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